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Frase de Persio Pereira de Mendonça

IDADE SEM VAIDADE Aquela casa lá embaixo, com a árvore na frente, é a minha casa, a arvore é da minha infância, veja as flores violáceas, estão em botão e logo florescerão, e o muro amarelecido este envelheceu comigo, é meu amigo tenho histórias, algumas velhas, outras novas, feito o sabiá que ali está, ambos adejamos, cada qual a sua maneira, ele alado eu sem penas a não ser as da poesia. Naquele gramado tão verde era eu a criança que ria e aquela balança foi a justiça da minha infância, feliz infância, muito feliz infância, hoje estou velho, demoro mais no meu passeio, porém ganhei em contemplação aquela casa lá embaixo com a árvore na frente, me ensinou que a vida é muito mais que uma simples ilusão

Persio Pereira de Mendonça

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Pensador.com

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O mar vaza, na praia, com indiferença, resiliente como tua presença ausente, cobre a terra com posse, prepotência, envolvendo tudo menos tua carência.

RESPINGOS Pinga a chuva, preguiçosa, lá fora, escorre no vidro qual lágrima fria,
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RESPINGOS Pinga a chuva, preguiçosa, lá fora, escorre no vidro qual lágrima fria, céu preto, névoa clara, fotografia, pinga tinta de minha pena, apenas... Verto em gota triste pela menina, dos olhos, perda que me devora, nuances da felicidade, de outrora, pinga meu verso silente, nascente... Despeja salgada, na pele olvidada a marca indelével da dor inaudível, que um dia julguei seria impossível pinga goteira em tímida, cachoeira... Ritmado compasso ocupa o espaço crescendo em flor na forma de dor, aponta para um outro sol seu calor. pinga tinta de minha pena, apenas... pinga tinta de minha pena, apenas...