Frase de Oblíquo
Solidão costumeira e presente. Não tarda jamais. Sobreviver destes restos de afeto, vomitados pelos poucos olhos que se dão ao trabalho de cruzarem de passagem com os meus. Eu não tenho valor, não tenho importância. Passo meus dias falando comigo mesmo, e são conversas boas as que tenho comigo. As vezes discuto. E assim prossigo. Solitário entre a ponte do cás. Na estação do metrô. No aeroporto desta cidade qualquer. Sem um aceno, um aperto de mão, mas com meus versos que embora perversos inundarão outros corações.
No pensador.ai desde