Frase de Flávia Bortolaia de Miranda
Cantou aquele samba Que trazia a realidade desejada. Cantava, sonhava, vibrava Na esperança de que No tum tum do tambor Fosse viver a vida que sonhara E o tempo passou O samba não parou Aquele da rua, Da esquina, Do quintal Continuam batendo sem igual Os tambores de angola E ele? Ah, seu batuque parou, O corpo envelheceu Seu tambor enfraqueceu Aquele batuque Aquele que bate no peito seu Aos poucos foi espaçando o batimento E hoje batuca no céu. In memorian a Tomaz Almeida de Miranda
No pensador.ai desde