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Frase de Rodrigo Pinheiro de Faria

Nos amamos. Na vida o tempo passa Os dias são constantes em nossas vidas sem rumos Somos um instante na espera pela felicidade... Aguardamos pelo que não conhecemos Movemo-nos em um sonho cheio de ilusões e desejos Apreciamos a verdade que por vezes parece nos enganar Mentiras com cheiro de verdade O algo a mais que chega nos trucidar em busca de um amor Soletramos, por vezes, nossas esperanças para enganar o tempo... Perdemo-nos em nossos sonhos A força que nos diz sim Rara arma que nos fortalece em busca desse amor Amor... Dentro da nossa espera que não parece ter fim... Sozinho esperei por você E achei que nunca te teria Movi-me por esse amor Para sempre Replico em meu coração Eu e você... O amor é como um sonho o qual todos almejamos Desejo perfeito sem duvidas e medos A espera consciente que nos mostra o caminho O amor... Esperança que nunca morre em nós Como um poema inspirado por Deus O qual por vezes sofremos sem entender Conhecemos suas páginas pouco a pouco Até sermos encontrados por quem esperamos Nos amamos E nos completamos Como um circulo eterno e sem fim... Já não sou mais eu... Somos nós.

Rodrigo Pinheiro de Faria

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Rodrigo Pinheiro de Faria

Unemployment... Na alma do aflito retumba o grito da desesperança, onde o caminho se esquiva na dor da água que estagna. O justo e suas armas reluzentes, açoitado sobre o chão, vitimado pelos grãos lançados a seara. Colheram-se as lágrimas de lamento, na inércia de virtudes, fra…
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Unemployment... Na alma do aflito retumba o grito da desesperança, onde o caminho se esquiva na dor da água que estagna. O justo e suas armas reluzentes, açoitado sobre o chão, vitimado pelos grãos lançados a seara. Colheram-se as lágrimas de lamento, na inércia de virtudes, fraquejou-se o valente. Derrotado nas viris convicções, foi-se o jovem moribundo, levado pelas lágrimas de tão breve e dorido momento. O verde da bandeira acena do alto do céu azul da terra amada, olha-se entre lágrimas o passado desvairado de possibilidades falidas. Onde estará sua alegria ante o pavor dos matagais, pois ao perpassar da ventania quebram-se os rijos vegetais. O agasalhar da bandeira aqueceu-me por pouco, mas os falíveis pensamentos mortais levaram-me a idiotia. A camisa suada de sangue, os olhos delatados pela noite, a busca incessante e frustrante, rendia-se a dor do descanso, a labuta reiniciava-se em poucos instantes. Parece renascer o sofrimento, pois o solo me daria o sustento. Dele reviraria a vida, e as gotículas de esperança nasceria. Mas valei-me Deus de labutas constantes, da triste história do trabalhador brasileiro, desmerecido entre as estrelas da bandeira, no estrelado azul cintilante anil. Se vê entre tão tristes lembranças a esperança de que um mero dia que seja, nasceria em breve e refrescante manhã, o som do sorriso ao realizar o tão belo desígnio de ter alcançado o almejado. Quem sabe nessa mera lembrança, a pobre lápide, o desejo intenso da mudança e descubra na breve sensação de conquista, a fé desguarnecida, ferida e lançada à plebe de falidos e vencidos desejos frustrados. Venceria neste breve soneto, nos lábios de anjos tão puros, a vida, por mais simples que seja no apego ao futuro. Logo, bem logo diria, o som da chuva anuncia que a sede vencida seria. Nas necessidades atribuladas na intensa invernada, cabal palavras de desapego no aconchego de uma vida tão jovem desfavorecida. Tão breve seria o momento do tempo, em que a poeira levada a ação, encontrasse no chão o destino infeliz. Teria a força da conquista nas mãos e diria a quem me diz que venci e o desemprego ao desapego de tão somente e frágil solidão, acalantaria a vitória as mãos. Quando Deus diz sim, o que diremos nós? ... E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Sejamos felizes com o Propósito de Deus em nossas vidas.

Sem forma e vazio... Contradições Um temor que esconde desejos
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Sem forma e vazio... Contradições Um temor que esconde desejos A duvida Que consegue mentir e enganar O inicio de todos os medos A raiz de todas os males Queremos Mas não podemos Acontece Mas não podemos mudar Às vezes mudamos Mas o passado não A incerteza nos culpa É quase por acaso que tudo começa A angustia A insuficiência de não mudar as circunstancias O tempo O atributo da inconsistência A verdade Mais forte que a realidade Tão fraca quanto os segundos... É difícil mudar o que somos O que temos O que desejamos O que sentimos no mais profundo do âmago... O ofuscante brilho nos olhos da morte Irrevogável Como o grito da criança que acaba de nascer Todos sujeitos ao medo do desconhecido O futuro Sem forma e vazio No qual o espírito paira como que na face das águas O qual falta a essência do nosso ser para preencher...

Nos olhos de meu anjo... Nos olhos de meu anjo Vejo aonde não posso chegar
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Nos olhos de meu anjo... Nos olhos de meu anjo Vejo aonde não posso chegar Aonde os sonhos jamais me levarão Onde o coração jamais baterá Onde a brisa leve nunca tocará meu rosto O cheiro do tempo Mesmo que próximo Jamais chegarei... Nos olhos de meu anjo... Vejo o que jamais serei, o que levarei pela eternidade A lembrança de seu sorriso O bater de seu coração, perto ou longe de nós dois... No nosso amor... Nos olhos de meu anjo.