Pular para o conteúdo

Frase de Alaize borges

⁠Ela parou e repensou seus passos, Não foi um retrocesso, mas um impulso audaz, Para se reconectar com seu eu mais puro, Aquilo que a fazia feliz, seu refúgio seguro. Julgada e criticada, ela enfrentou, Num mundo de medos, onde se deixou, Pedaços de si, pelo caminho perdidos, O que era fácil, tornou-se empecilho. O tempo, que era amigo, tornou-se rival, E alguém sempre diz: "Falta emocional", Ou ela mesma se convence, sem razão, De que precisa de mais gestão. Ao repensar tudo, três passos deu atrás, Foi o melhor impulso, encontrou sua paz, Como se na linha de chegada estivesse, E se reencontrou, com uma força que cresce.

Alaize borges

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Alaize borges

Tão áspera dor Afogando meu eu Um sentimento
Continuar lendo

Tão áspera dor Afogando meu eu Um sentimento Um amor Você não sabe do amor Não sabe, nunca amou! Nesses lábios cansados A verdade do tempo Minha mão acalmava O que virá ser um acalento.

Menina Pensei no amor Vislumbrei a dor
Continuar lendo

Menina Pensei no amor Vislumbrei a dor Deixei de te vê Mas sonhei só você Minha doce menina Tão pequena me fascina Não saberei do teu amor Mas serei pra sempre um sonhador Teus olhos negros Tuas mãos pequenas Dois corações Eis minha índia morena.

Nesse dia de contos e encantos Nessa estranha tarde E, no entanto sós por enquanto
Continuar lendo

Nesse dia de contos e encantos Nessa estranha tarde E, no entanto sós por enquanto Entre meu não e seu sim, um encontro. Apenas dois, seus olhos nos meus e os meus nos seus O nada em comum inclinados a acharem-se Nessa velha estrada sob o céu estrelado Descontrolados em um encontro planejado. O riso tão solto de atos inocentes Os planos sem precedentes No despertar desse lampejo no tempo A lembrança de um pequeno momento.

Devaneios Seria o começo do fim A beleza do nada com a luz apagada
Continuar lendo

Devaneios Seria o começo do fim A beleza do nada com a luz apagada E esse toque de mãos na falta do olhar Sinto-a, nesse abraço aconchegado Os devaneios de pensamentos nessa ausência assimilada Nesses segundos onde sinto minha alma Um apelo com as mãos entrelaçadas A realidade na verdade encontrada Acordada. Sinto-me perdida solitária