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Frase de Pedro Felicio

⁠Meu erro foi a demasia. Sempre demais, se me mostro é demais, se me escondo é demais. Procura-se equilíbrio. Vivo ou morto. Sua presença aqui me agrava o problema e sua ausência faz essa cidade tão vazia. Não sei se devo me mostrar, não acho que você gostaria, porém não sei se me esconder seja a saída. Por enquanto, vou vivendo, existindo na verdade, viver é demais pra mim. Da sua boca saem coisas que me aquecem e me esfriam o peito e sigo flutuando entre esses polos, nessa roleta sempre acabo me doendo. Pego despreparado, me vejo sempre exposto, larguei meu escudo e minha armadura, uma flecha transpassou meu peito feriu meu coração, achei que isso jamais fosse possível. Mas a realidade é dura, a vida é campo de batalha. Contudo, uma coisa é certa, não vou parar de lutar até ganhar você, você é minha vitória.

Pedro Felicio

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Pedro Felicio

É triste ver como aqueles a quem mais queremos desdenham nossa boa vontade, nos tratam como tolos e como, por vezes, nós mesmos aceitamos isso. A parte mais dolorosa é perceber a falta de reciprocidade desse sentimento de presença, mais do que as atitudes, mais do que os olhares…
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É triste ver como aqueles a quem mais queremos desdenham nossa boa vontade, nos tratam como tolos e como, por vezes, nós mesmos aceitamos isso. A parte mais dolorosa é perceber a falta de reciprocidade desse sentimento de presença, mais do que as atitudes, mais do que os olhares revirados ou as bufadas incessantes. Essa sensação de rejeição, essa negação do afeto, por mais dolorosa que seja, nos traz uma luz tão forte que arde nos olhos, mostrando a realidade. Você nunca fez, faz ou fará parte desse momento. Nunca é bem-vindo nesse ambiente. O indesejado, agora esse é seu nome. Abrace-o, grave-o em sua testa. Aceite-o ou sofra com o seu peso.⁠

⁠Não sei me portar, Minhas águas são turbulentas demais, Minha correnteza sempre leva o que nasce em minha margem,
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⁠Não sei me portar, Minhas águas são turbulentas demais, Minha correnteza sempre leva o que nasce em minha margem, A terra que me cerca é sempre tão frágil, Minhas pedras são tão afiadas, sempre acabo me cortando, Meu caminho é tão sinuoso, me faz prolixo, sempre me alongo demais. Meu correr sem uma paisagem forte única me torna apenas indesejado. Sempre uma trajetória a não ser tomada. No seu colo eu quero me deitar, As ondas das suas mechas me chamam mais que a atenção, Suas curvas estão sempre em meu pensar, O frescor da sua presença me faz muito mais que um viajante, quero morar. Quero regar suas flores, quero ter dar de beber, Acalme minhas inquietudes. Minhas quedas são mais bonitas em sua flora.