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Frase de Letícia da Silva

Sentei-me em um banco da praça já vazia. As pessoas em suas casas vivem as emoções de uma trama fictícia, sem cogitar as tramas reais. Observo atentamente o movimento das nuvens no céu já escuro, a noite caiu e todos estavam ocupados demais para perceber. Só eu consigo ver? O vento arrepia minha pele descoberta, chego à conclusão de que logo vai chover se não sentisse frio, talvez nem fosse perceber. Os carros andam apressados de um lado para o outro, me pergunto se essas pessoas sabem para onde exatamente estão indo, ou aquele ato não passa de uma pequena circunstância da rotina e dessa vontade desenfreada de repetir a mesmíssima coisa do contexto social. Como deveria ser, corre tudo normal. Afago o acento vazio ao meu lado, deveria haver alguém ali? Aspiro o ar puro pela última vez, antes de cair nas previsões de que faria tudo outra vez. Levanto-me e retorno para a realidade, esperando que ao menos aquele segundo de lealdade, continue por alguns dias em meu coração. Queria ter a coragem insana que faz os leigos acreditarem em uma felicidade nem tão feliz, porque sim, é preciso coragem para não sorrir.

Letícia da Silva

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Um milhão de pessoas vagam, formigas buscando uma direção segura, aquela em que as chuvas torrenciais não ás afetará, aquela que fará com que cheguem a algum lugar. Mas na verdade as formigas andarão em círculos, numa direção não tão segura. Os predadores às perseguirão e quando menos esperarem elas serão capturadas, pela rotina, pela persuasão, pela imprecisão e, pelas pessoas.

Não sei porque, nem por razão "Insisto em te dizer que estou aí não sei porque, nem por razão
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Não sei porque, nem por razão "Insisto em te dizer que estou aí não sei porque, nem por razão nem vou sair uma penetra, que usurpou da confidência não entenda mal, não foi um ato de inocência se não quiser, que eu vier, é só gritar é só clamar vou me infiltrar no teu recinto, sucinto sinto por tudo que causei antes de vir talvez agora eu aprendi a te gostar sei que a chance que me deu está logo ali foi um poeta que contou e eu ouvi." são só palavras mas são minhas evidências de que um dia, eu zarpei atrás de ti no mesmo mar em que deixou as tuas pistas não ancorou e me deixou sem te sentir salgada e triste, amargurada, abandonada sem ter porque, nem por razão, amedrontar sinto que um dia, navegando minha jangada eu vou te ver a deportar tua morada. e me tornar mais uma vez, a tua amada.