Frase de Flavia Santiago
"...Com você tudo me transforma Em você tudo me encanta Sem você me desfaço Cada pedaço dá no prato Do senhor da minha liberdade."
No pensador.ai desde
"...Com você tudo me transforma Em você tudo me encanta Sem você me desfaço Cada pedaço dá no prato Do senhor da minha liberdade."
No pensador.ai desde
A duvida é o recato da coragem, é a fobia do que não pode dar certo. Sentimento que tira a luz do caminho e inventa outros. É a espada da guerra entre o desejo e a cautela.
A duvida é o recato da coragem, é a fobia do que não pode dar certo. Sentimento que tira a luz do caminho e inventa outros. É a espada da guerra entre o desejo e a cautela. Ela fere a autenticidade da peculiaridade, a retidão do pensamento e cria a corruptibilidade do coração. A duvida não tem amor próprio, acomete-se, torna-se consciência e instiga percepções. Não é crime duvidar, é necessário, mediante as transformações dos nossos valores que alteram certezas, o relevante é saber escolher.
Que a inconstância saia da minha vida e que a certeza volte. Que meu sorriso não se canse de dizer não as minhas lágrimas. O que foi bom permaneça bom e não passado querendo ser vivido. Que minhas escolhas daqui pra frente se tornem consequências previamente analisadas e favoreci…
Que a inconstância saia da minha vida e que a certeza volte. Que meu sorriso não se canse de dizer não as minhas lágrimas. O que foi bom permaneça bom e não passado querendo ser vivido. Que minhas escolhas daqui pra frente se tornem consequências previamente analisadas e favorecidas, e não inconsequências impulsivas do orgulho e do egoísmo. O amor não é o único combustível de um relacionamento: a verdade é a grande premissa. Viver em fabulas machuca qualquer personagem, sobretudo os principais. O medo de que o não em algum momento volte a prevalecer não me deixa em paz. Até quando eu posso acreditar que o que se quer é o que se precisa? Não é o tamanho do amor que vale e sim a constância no que ele aguenta.
O gesto vive, e dependendo de como, sobrevive, quando na sua invariabilidade se expõe sem perceber, no final das contas, o que não se quer. Deve ser sempre cauteloso, inteligente e verdadeiro, entretanto, domínios mal entendidos criam propriedade sobre ele. Não somos maquinas pre…
O gesto vive, e dependendo de como, sobrevive, quando na sua invariabilidade se expõe sem perceber, no final das contas, o que não se quer. Deve ser sempre cauteloso, inteligente e verdadeiro, entretanto, domínios mal entendidos criam propriedade sobre ele. Não somos maquinas previamente programadas, e sim um envoltório nuclear de gestos que ecoam resultados. O ato ensina e a teoria amedronta ou passa despercebida. Somos corpos dominados por entendimento: experiências que nos influenciam. As interpretações dos gestos criam expectativas. Mas o que se pode esperar da individualidade mutável de cada ser? Infinitas desordens, é claro, assim não é de se surpreender o motivo real do balanço da vida, pois cada um é feliz com aquilo que se espera obter. Mas nada terá êxito se o foco estiver nos gestos dos outros, pois, é o nosso próprio equilíbrio de gestos que nos traz o equilíbrio de nossas emoções.
Se os sentimentos mudam, logo, os interesses mudam O que é ser feliz hoje se depois ele não vai mais ser ?