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Frase de Joel Matos

Frágil Tenho sentimentos frágeis Em golpes de malabarista e saltos Que me dão segurança pouca Em qualquer andaime frouxo De Humano autentico.... Guerreiro-viajado, amante, Tenho pensamentos voláteis, Como velas acesas, regressões Onde aprendo que não vivo Pela primeira vez, mas sempre. Ficou claro para mim em tempos, Que cada um entende da cor Dos sonhos a que lhe Convém, tendo-os ... E então me arranho para Saber se estou a armar sonhos E se não voa o voar que dou, Agarro até à morte, Estas frágeis aves letras, aquelas Que doem de tanto nó que dou Às magras relas de guelras que o Falar permite e sente Eis quão fácil de sonhar Eu sou sendo eu a sonhar, velas... Joel Matos (11/2015) http://joel-matos.blogspot.com

Joel Matos

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Pensador.com

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Outras frases de Joel Matos

Morar em volta de meus passos Tudo passa tão depressa Que alma outrem nem pára
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Morar em volta de meus passos Tudo passa tão depressa Que alma outrem nem pára Pra chamar, ao passar p'la minha Casa, estando eu morto pra vida Toda, sem mostrar a ninguém Quanto estava,quando estava... Conquanto tudo passa, sem espera E sem esperança pra um morto Que espera toda'vida pela estranha Qual chama de morte e vazia, A chamava de vida, da sorte Pouca como qualquer outra Sem causa, passa e não pára A esta porta e nesta fraca figura Em causa, tudo passa excepto A guerra galgando este modesto corpo, Modesta a honra que na minha alma Molesto e a dum transeunte que passa Por passar, por minha causa chora Sem me conhecer morto vivo, Vivo morto se nem em casa nessa Vivo, mas onde tudo acha por bem Passar por passar, estando eu noutra Parte, na porta que me resta galgar Como um muro, pra murar em volta Dos meus passos por andar... Joel Matos (11/2015 http://joel-matos.blogspot.com

⁠Pois que vida não tem alma Ponho termo à vida eu mesmo Pois que vida não tem alma
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⁠Pois que vida não tem alma Ponho termo à vida eu mesmo Pois que vida não tem alma Nem vida própria, guelra. É definição de mentira toda ela Mesmo finda se julga perfeita, Ponho termo à vida, meia noite a cinco Deste mês, sem procurar renuncia, Causa ou motivo, segunda opinião Nunca, jamais obterei na morte Compreensão sentido pro que fiz Ou pro que faço à vida sem ou Que nem foi, se conclui apenas Plo fascínio que tem a morte. Belo é o esquecimento, desolado O sono a sombra e o sopro breve Que deu ideia eu estar vivo Estando morto pra vida assim Como que sem fôlego pra respirar Uma e outra vez tentando conter O mau hálito, o odor a putrefato, Juntei o inútil e o desagradável, Numa circunferência quase perfeita, Como bom artista que se preza, Sendo apenas eu quem se pensa Atleta, eu apenas que, do balcão “Se-dá-vivas”, a ele próprio na pista, Pondo fim à vida na lama da estrada, No portão, na entrada do estádio … Joel Matos 22 Janeiro de 20/25