Frase de Mário Augusto
O último que verás Chora agora! Mulher sem raça! Que viveu sem jamais ter merecido Neste mundo teu nome não deixou traça Coração, meu, desaparecido. Canto eu com amargura Sobre tua pele rude e impura Sobre teu leito inconsequente Canto eu dolorosamente. Não posso negar que és bela Tampouco posso me conformar Mas posso dizer que levas uma vida de cadela Mesmo tendo isto, Tua morte não irei clamar. Coração teu, que dizes ter Por quem ele continua a bater? Será ele onipresente? Estando em todos os lugares Batendo por dezenas de rapazes?! Quem tenho eu, além de ti, Que amor é esse que nunca senti? Concerta-te imundo mulher E me tenha como quiser. ... Vida vivida Porém, mal repartida.
No pensador.ai desde