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Frase de Beatriz Gosmin

Quantas vezes nós, meros seres humanos precisaremos quebrar a cara para entender algo? Para acreditar em alguma coisa? Quantas vezes ainda haverá a necessidade de esfregar na nossa face os argumentos, as verdades para que possamos nos contentar? Somos tão absurdamente teimosos, amargos, egoístas e mesquinhos que dificilmente conseguimos ver a doçura que nos cerca. Mas, quando te jogam uma torta de maçã na cara é impossível não sentir o sabor. É sempre assim, infelizmente. Tudo é assim. Temos que provar para saber, ver para crer, ter para ser. Mas o bom de tudo isso é quanto mais tortas de maçãs tomarmos na cara, mais doces nos tornaremos a cada dia.

Beatriz Gosmin

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Está tudo errado. Tem dias em que nada me agrada. Nada me atraí nada me importa. Nestes dias tudo parece errado, tudo está errado. De repente estou no meu quarto, e me pego a derramar lágrimas sem nem ao menos saber o por quê. Soluços incessantes, pensamentos inquietos. Porque t…
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Está tudo errado. Tem dias em que nada me agrada. Nada me atraí nada me importa. Nestes dias tudo parece errado, tudo está errado. De repente estou no meu quarto, e me pego a derramar lágrimas sem nem ao menos saber o por quê. Soluços incessantes, pensamentos inquietos. Porque tudo está de cabeça para baixo? Ninguém me entende. Todos me julgam, todos me condenam. Porque não podem ver o meu coração? Não vêem que estou sofrendo? Não vêem a minha dor? É nestes dias que quero ficar só, por isso não me procurem não me consolem. Apenas me deixem só. Estou perdida, mas na minha solidão, hei de me encontrar...

Tempo Tempo, tempo, tempo. Senhor do amanhã, do ontem e do hoje. Controlador da vida, dos ciclos, das horas, dos afazeres. Oh, Tempo, quando deixei de percebê-lo? Tão próximo e tão inalcançável. O intocável, o incontrolável. Tempo, o controlador. O contador, o modificador! Oh,…
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Tempo Tempo, tempo, tempo. Senhor do amanhã, do ontem e do hoje. Controlador da vida, dos ciclos, das horas, dos afazeres. Oh, Tempo, quando deixei de percebê-lo? Tão próximo e tão inalcançável. O intocável, o incontrolável. Tempo, o controlador. O contador, o modificador! Oh, Tempo, onde hei de encontrá-lo? É tu o dominante, o atuante, ao que todos nós estamos sujeitos. Esguio, rápido, curto, invisível. Onde está você agora? É tempo que vai, e o Tempo que não vem. São as horas que passam, os dias que correm e os meses que não chegam. São os anos esquecidos, o tempo perdido, o tempo tanto esperado. É o tic tac que conta, mas não o marca. Não se pode reprogramar, voltar, nem atravessar o tempo. Ele é o que é. É e não é nada. Existe e é criado. Ao que nos obedecemos. Esperamos. Ansiamos. Tempo, tempo... Por que escorres entre os dedos, fica invisível, aparece sem avisar? Tempo, tempo... o maior tabuleiro com peças apressadas, despercebidas, amontoadas, todas jogando o mesmo jogo... O jogo contra e junto ao tempo ao mesmo tempo.

Eu não quero alguém para me proteger. Não queira ser meu protetor. Não queira me manter escondida sob seus braços. Não me diga que com você estarei sempre segura porque eu não quero isso. Não me diga que sem você estarei sob a mira de outros. Não fale sobre mim como alguém que…
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Eu não quero alguém para me proteger. Não queira ser meu protetor. Não queira me manter escondida sob seus braços. Não me diga que com você estarei sempre segura porque eu não quero isso. Não me diga que sem você estarei sob a mira de outros. Não fale sobre mim como alguém que sem você não é mais que um objeto público. Não queira me controlar. Não me dê conselhos de como vestir-me ou comportar-me. Não seja meu dono. Não me julgue. Não me faça sentir-me incapaz. Não me lembre do meu medo de andar só. Não queira me proteger. Eu não quero isso. Não me proíba de sair só. Não me diga que existem perigos para mim. Não me alerte sobre o mau que me persegue. Não queira me proteger. Eu não quero proteção. Não faça de mim um apetrecho. Não queira me manter sob seus domínios. Não me exiba. Não me amarre. Não queira me proteger. Eu não quero isso. Eu quero liberdade. Quero andar sem preocupar-me com meus passos e com quem está atrás de mim. Quero sorrir, chorar e reclamar quando tiver vontade, sentar-me da maneira como eu me sentir melhor, vestir-me como eu quiser e ir e vir livremente para onde meu corpo me levar, e ainda assim, ser livre. Não queira estar comigo e ser meu protetor. Eu não quero proteção. Eu apenas quero não precisar dela.