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Frase de Wesley De Lima Caetano

⁠A deslegitimação das Lutas Estudantis: Um Olhar Crítico sobre o Movimento Atual. A despeito da relevância da pauta envolvendo o aumento das passagens de ônibus em Natal, a atual dinâmica do Movimento Estudantil (M.E) tem suscitado questionamentos sobre sua eficácia e legitimidade. O aparente aparelhamento político-partidário, notadamente pelo Partido dos Trabalhadores (PT), tem comprometido a capacidade de mobilização social e abalado a confiança na nova geração de lideranças. O engajamento em manifestações sobre várias pautas e inclusive o aumento das passagens muitas vezes resulta em meros "gatos pingados", mais voltados à produção de conteúdo para redes sociais do que à efetiva luta pelos interesses estudantis. A falta de autenticidade e estratégia da nova geração de líderes é evidente, pois muitos parecem mais inclinados aos interesses partidários eleitoreiros do que à verdadeira defesa dos direitos estudantis e sociais. A crítica recai sobre a incapacidade dessa nova geração de lideranças de articular uma mobilização eficiente. A ausência de uma crítica coesa, a falta de diálogo amplo e a não articulação com a mídia são destacadas para mim como deficiências. Este cenário é agravado pela ingerência partidária, que compromete instituições históricas de luta, transformando-as em meros veículos eleitorais. Os diretores de entidades estudantis e os partidos de esquerda são instados a refletir sobre o uso oportunista da história coletiva de luta da cidade em prol de interesses escusos e eleitoreiros. A crítica incisiva sugere que a manipulação dessas instituições sociais tem desmantelado os legados e a representatividade do movimento estudantil no país. A análise conclama uma postura mais crítica e autêntica por parte dos líderes do M.E. Argumenta-se que a mera reverência ao passado, sem a devida aprendizagem para a construção de estratégias eficazes, não resultará em uma mobilização significativa. Assim, é enfatizada a necessidade de abandonar práticas pelegas, olhar para o futuro e promover mudanças no presente em prol dos verdadeiros interesses estudantis. O povo não é bobo e não vai aderir à pré-campanha em formato de micareta revolucionária de luta, apesar da legitimidade da pauta e de impactar a população de forma direta. Infelizmente, descaracterizam os reais motivos, razões e função das organizações de representação e da própria luta em projetar orientações e determinações que solapam a rebeldia consequente e retiram de cena os fundamentos da luta real e social. O que fica explícito para todos é a utilização manipuladora e criminosa dos interesses e lutas coletivas... Espero estar errado, mesmo estando certo! Wesley de Lima Caetano

Wesley De Lima Caetano

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠A primeira sustentabilidade que devemos procurar é a de nós mesmos. Não existe luta em busca do equilíbrio sem o domínio próprio!
⁠Natal Cidade noiva do Sol Que hoje se deteriora
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⁠Natal Cidade noiva do Sol Que hoje se deteriora Pela falta de memória Que nos deixa esquecer até da história. Faz com que nossa cidade Ainda continue numa realidade Que de forma poética É até bonita de verdade... Provinciana em tudo Não se tem futuro E se desenvolve sem um ordenamento maduro Que se pense em cidade E se pense em futuro! Natal tem vivido um absurdo Esquecido os jovens, o meio ambiente e a nossa gente Que segue em uma cidade Gerida de soluço e vaidade. Anos se passaram e o PPA não efetivaram De que vale ter juntos pensado Em um momento participativo Mas que hoje demonstra que serviu só de circo E para o povo pagar mico... Não sei se sigo Pois a cada palavra ainda mais me inspira A falar não só de tristeza, Mas também de alegria Pois Natal mesmo com essa demasia Ainda continua bonita e viva... Então conclamo Em nome de todos os sonhos Dos que a amam Que não deixem a cidade ir Para o sentido de manter vaidades ou sigilos Temos que lutar e nossa cidade retomar Desse povo que, de nós, nossa cidade querem roubar Deixando a cidade Como disse na primeira parte Se deteriorar Natal precisa é avançar E para isso O povo tem que voltar a enxergar!