Frase de Nelson Rodrigues da Costa
Nasci em 1976, na Alemanha, mas sou lusitano e escrevo quando o silêncio já não chega. Penso sobre identidade, tempo, sombra, e sobre a estranha nobreza que persiste no imperfeito. Vejo-me como uma figura quixotesca, uma espécie de poeta da triste figura, não por heroísmo, mas por partilhar a teimosia dos valores, a lucidez da honra e a coragem de enfrentar os meus próprios gigantes… e ilusões. Não procuro glória. Escrevo para dar forma ao que, de outro modo, me consumiria.
No pensador.ai desde