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Frase de Swami Paatra Shankara

- E aquele nosso amigo em comum, como ele está? - Morreu. - Morreu? Mas o que aconteceu? - Não sei. Uma doença estranha. Estava cada vez mais cheio. Cheio de dizerem para ele como deveria se comportar, o que dizer ou o que não dizer, das tramoias, das traições da luxúria, das mentiras, do egoísmo reinante, das invejas, das fofocas, das competições, dos falastrões, das cobiças em cima do que tinha, das avarezas, dos poucos casos com as vidas humanas, das negociatas, dos palpites de pessoas interesseiras e dos abertamente interesseiros também, das brigas e iras dentro da família, das caras feias quando ele queria ser somente ele, do mau humor dos outros, do pessimismo alheio, das preguiças das pessoas que nunca quiseram mudar em nada para ser feliz ao lado dele, da mesmice, principalmente das soberbias das pessoas e de algumas muitas coisas que não teve tempo de me contar. Não aguentou, encheu tanto a vida dele que explodiu o coitado! - Nossa! Fiquei triste por ele agora... - Não fique. Ele me confidenciou antes da morte que deveríamos ao máximo evitar o que ele passou. Me disse que morreríamos magrinhos e felizes. Resta descobrir o que ele não teve tempo para contar... mas já é um começo.

Swami Paatra Shankara

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Swami Paatra Shankara

Um enfrentamento não tem solução no mesmo nível da sua criação. Os despertos nascem para mostrar que existe algo maior que o evidente. O indubitável tem falhas pois ele concorre por atenção a qualquer um ensimesmado na refrega. Confie nos despertos vivos ou mortos e espere a resp…
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Um enfrentamento não tem solução no mesmo nível da sua criação. Os despertos nascem para mostrar que existe algo maior que o evidente. O indubitável tem falhas pois ele concorre por atenção a qualquer um ensimesmado na refrega. Confie nos despertos vivos ou mortos e espere a resposta para seus entreveros.