Frase de Jean Carlos B. Cezar
Saudade do tempo que não volta, onde o maior desafio era se equilibrar na bicicleta; Era empinar pipa e travava grandes batalhas com o vento; Saudade de ser irresponsável, onde minha única aptidão era andar descalço pela rua e rir com tudo e com todos; Era brindar mar de risos com amigos que não sei mais quem são; Saudade de viver o presente como um presente e gastar todas as energias como se aquele fosse o único momento que restasse; Saudade de ver o arco-íris e afundar numa alegria imensa que não sabia de onde vinha nem para onde ia; Era correr para alcançava tudo que eu podia ver; Saudade da verdade era falar realmente o que era, e assim não era, era pureza; Era num banho de mangueira aventura-se nas ilhas do caribe; Saudade de dormir no aconchego do meu quarto, contar as estrelas e imaginar todo o espaço nas minhas próprias mãos; Era fantasiar o mundo, onde o rei era eu e decretava uma única lei, ser feliz; Saudade, nostalgia, na verdade era nostalgia, agora é querer viver de novo;
No pensador.ai desde