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Frase de Codinome Naftaline

Difícil falar Difícil entender Difícil continuar Se você me ama... Tente confiar Tente enxergar Evite perder naftalinne@gmail.com

Codinome Naftaline

No pensador.ai desde

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Pensador.com

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Outras frases de Codinome Naftaline

A mistura da dúvida com a certeza De que, se eu não voar um pouquinho mais alto, Eu caio.
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A mistura da dúvida com a certeza De que, se eu não voar um pouquinho mais alto, Eu caio. naftalinne@gmail.com

O cachorro lembra De tudo, só restou o cachorro. Ele mergulhado em todas as lembranças. Pobre criaturinha de Deus, mal consegue caminhar, enxerga muito pouco e o som é apenas um fragmento distante do que um dia existiu.
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O cachorro lembra De tudo, só restou o cachorro. Ele mergulhado em todas as lembranças. Pobre criaturinha de Deus, mal consegue caminhar, enxerga muito pouco e o som é apenas um fragmento distante do que um dia existiu. O que um dia foi mais rápido que o pulsar de um coração em maratona, hoje, nem se movimenta. Está quebrado, está marcado, está tatuado com os sinais de uma vida, impressões de toda uma família, que apresenta seus estigmas no animal. É uma família que um dia foi e não é mais. O cachorro percebe o que ninguém quer ver. O cão sente, lembra e se entristece. A família disfarça, finge que não vê, encobre a realidade, pois assim é mais fácil, não é? A realidade do bicho é aquela. Triste verdade, que não tem como mudar. O cão remete à dor e lembra toda a pobreza. E tudo aquilo que se quer esquecer. O cão faz lembrar à morte, abre espaço para a saudade. Pesar de todos os que já se foram e não voltam mais. Nem a prece mais bonita e sincera os trará de volta. É triste saber. Mas se deve continuar a viver. O cão lembra ainda o portão puído, a casa destruída, as crianças mal-vestidas, a falta de comida e os gemidos da vovó. Os olhos do cachorro são olhos tristes. O animal lamenta por estar vivo, preferia não estar. O bicho pede carinho, não gosta de estar sozinho e odeia quando o colocam no cantinho, fingindo bem-estar. Sua presença assombra com os fantasmas do passado. De um passado que arrepia só de pensar em voltar, lamentos que outrora pareciam não acabar. Todos fingem que não lembram, fazem tipo, ignoram. Mas o cachorro permanece ali. E ele lembra. Um dia também se despedirá.

Eu vi um leão. Eu vi uma selva inteira. Vi um leão, uma girafa, um gato, uma cobra, uma ovelha e um caminhão. Eu vi gente, eu vi muita gente. Eu vi um cachorro um gato e um rato. Vi tudo isso em um dia. Eu vi a áurea das pessoas, a áurea dos animais, a áurea dos objetos e até do…
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Eu vi um leão. Eu vi uma selva inteira. Vi um leão, uma girafa, um gato, uma cobra, uma ovelha e um caminhão. Eu vi gente, eu vi muita gente. Eu vi um cachorro um gato e um rato. Vi tudo isso em um dia. Eu vi a áurea das pessoas, a áurea dos animais, a áurea dos objetos e até do ar. Eu ouvi me chamarem, a música estava por toda parte. Gritos e chamados por todos os lados. Gente, muita gente, animais de todos os tipos, o som invadindo os meus tímpanos. Luzes, muitas luzes. As luzes tinham áureas e havia várias luas. Luzes piscavam no céu. Era noite e as luzes passeavam desinibidas pelo céu. As luzes brilhavam, encantavam. As luas dançavam ao lado das estrelas e tudo tinha vida. Estava tudo vivo. Está tudo vivo. Tudo em perfeita sintonia. Pela primeira vez eu sentia, ou melhor, eu via. Eu testemunhava o que todo mundo já sabia. Há muita vida contida. É hora de acordar. naftalinne@gmail.com