Frase de Lavínia Lins
O não-destino é o caminho mais inebriante. É de suas paisagens múltiplas que tiramos a inspiração e a força para a perseguição da estrada sem-nome. E é por não ser possível nomeá-la que ela se torna tão atraente, tão mágica. Ao tentar descobrir as suas curvas, damos mais um passo, sentimos o frisson que a brisa, ali, nos provoca. Em busca de quem somos, da essência que nos constitui, vamos juntando os fragmentos dos "eus" que há em nós. Somos maré - vezes revolta, vezes mansa. Nada nos satisfaz. E é justamente por isso que nada nos limita. É o movimento das nossas águas que nos faz vivas/os. Esta é a (minha) arte de viver...
No pensador.ai desde