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Frase de Leo Aprígio

Procurava a mulher, surgiu a menina. Procurava a menina e sugeriu ser ela a tal mulher. Ela em seu a, b, c, d. Ele em tanta hermenêutica. Ela no soprar bolinhas de sabão e ver tudo se espalhar e voar. Ele em fórmulas fabulosas de bomba atômica ou de ataques nuclear. E uma única equação entre eles. Uma só matemática, 1+1 e pronto! Ela sem tantos paetês, sem máscaras anti-rugas, sem batom e sem quase nada! Ela na sandália rasteira e na camiseta básica. Ele no paletó e no arco íris cinzento das tantas gravatas! Ela no vestido floral e conduzindo o passo feito bailarina! Era ela a menina, era sim! Lá ia ela! Ia no vestido de chita, com a pulseira amarrada ao tornozelo e com nenhum endereço estranho. Lá ia ela, ia sim! Lá ia ela, ia sim! Ela acreditava em Papai Noel, fadas e duendes. Ela tinha pingentes estranhos. Ele sempre acreditando apenas em inveja e mau olhado! Ela tentando convencer acerca da força do amor e do amar! Ele querendo qualquer coisa, brigando com tudo e pouco sabendo que amor é para ser algo fácil! Ele no jeito escroto, no jeito sério. Ela na rota de colisão no itinerário de também ser gente grande! Ela uma menina, a minha menina. Eu o seu menino! Eu e ela! Pedaços dela no que ainda não sei! Lá ia ela, ia sim!

Leo Aprígio

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Pensador.com

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Outras frases de Leo Aprígio

Você, só você deverá carregar aquilo que precisa. Ir por ai e se libertar. Ir em qualquer rota e ser parceiro do futuro, vizinho dos melhores sonhos!
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Você, só você deverá carregar aquilo que precisa. Ir por ai e se libertar. Ir em qualquer rota e ser parceiro do futuro, vizinho dos melhores sonhos! Você escolhe a liberdade e a felicidade, se virá a pé ou voando! Você, somente você deverá saber aonde, como e porque ir! Vá!

Ao Deus nossa união, todas as divinas bênçãos. Adeus suas rugas, sua marcha fúnebre, seu jeito ilógico de trazer-me o silêncio quando o SIM é bem maior e precioso ao coração. E o NÃO deixar de ser tão embaraçoso ou menos impotente. Seja então!
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Ao Deus nossa união, todas as divinas bênçãos. Adeus suas rugas, sua marcha fúnebre, seu jeito ilógico de trazer-me o silêncio quando o SIM é bem maior e precioso ao coração. E o NÃO deixar de ser tão embaraçoso ou menos impotente. Seja então! E se eu resolver seu faz de conta? E seu resolver os problemas? E se eu disser somente aquilo que queres ouvir. Assumo o risco, assumo o compromisso também de quem sabe um dia ouvir bem mais do que ainda nem podes falar. E se você desfilar em uma de minhas mil alegorias. E se eu te puser de volta ao paraíso e lá não houver serpente e nem maçãs? E se eu resolver carregar com você suas dores, E se eu resolver carregar suas dúvidas, suas desarrazoadas mágoas. E se eu simplificar tudo e puser você em meus braços, te carregar por um bom período por entre meu colo até reanimar e reorganizar-se. Assim, se necessário for acertemos, aceitemos juntos que o impossível é o nosso melhor alvo. E se eu te chamar para um pique-esconde por entre meus lençóis? E se eu sumir com os ponteiros de seu relógio, sabotar com belos rabiscos seus compromissos. E se eu derramar chocolate em seu corpo, flores por entre os tenebrosos espinhos... E se eu fingir que nada sei, se eu sumir de vez com todas as suas regras, com todos os meus códigos, com todos os recursos sofisticados. E se eu te convidar para juntos ser feliz? E se eu queimar seus melindres e manuais de boa postura? E se aumentarmos a fogueira, pusermos juntos as minhas e as suas dúvidas, minhas e suas loucuras, minhas e suas besteiras. Minha e sua imagem à beira de alguma fogueira, a espantar vazios e fazer iluminar, aquecer. E se eu persistir sempre mais, se eu mudar a roupa, colocar novas fragrâncias e descobrir milhões de acasos para nos unir. E se eu costurar minha sombra a sua e se nada disso der certo, redefino a melhor técnica, redescubro novos versos. Há sempre infinitas chances para se tentar ser feliz, duvida?

Para quê bússolas para o amor, já dizia o Cupido que o amor vem forte, firme, ligeiro e esperto como flecha. Isso, como flecha, haste, projétil geralmente lançado por um arco, afiada e com o propósito de boa caça, extraordinários e inesquecíveis banquetes. E na pressa as certez…
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Para quê bússolas para o amor, já dizia o Cupido que o amor vem forte, firme, ligeiro e esperto como flecha. Isso, como flecha, haste, projétil geralmente lançado por um arco, afiada e com o propósito de boa caça, extraordinários e inesquecíveis banquetes. E na pressa as certezas: O horizonte deita no chão, todo mundo cabe dentro do coração e se o seu mal é não acreditar nos seus sonhos, então jamais acorde dos bons sonos! Agora e sempre mais, Agora e sempre mais a vida nem pede licença. E se a paz for embora, contarei de um a cem, se a contagem não surtir efeito, vai de um à um milhão. Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete.. Você bem que poderia entender meu vocabulário, há tempos que eu tento, tento e tento, seria bom quatro parede, eu e você. Oito, nove, dez, onze, decifrai meus sinais, devora meu dicionário, arranca de vez para perto dos seus lençóis e travesseiros todos os meus versos!

Oh, meu pequeno e grande coração. De hoje e sempre serei aliado do meu corpo. Oh, pequeno e grande coração, há um leve estado de
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Oh, meu pequeno e grande coração. De hoje e sempre serei aliado do meu corpo. Oh, pequeno e grande coração, há um leve estado de pertencimento, há um brutal e desmedido desejo de paz. Oh, meu pequeno e grande coração, vergonha é não viver. Oh meu pequeno e grande coração, façamos um trato; o corpo é nosso e cuido eu, cuidamos nós! Dentro do nosso dominio, sem esta de ciladas ou de cada um por si. Nada de complexo, Oh meu pequeno e grande coração.