Frase de John Owen
"Aquilo que somos em particular com Deus é quem verdadeiramente somos."
No pensador.ai desde
"Aquilo que somos em particular com Deus é quem verdadeiramente somos."
No pensador.ai desde
O pecado interior é como um rio. Enquanto as fontes estiverem abertas e a água estiver continuamente correndo pelo seu leito, coloque um dique à sua frente e isso fará que a água suba e se avolume até o dique se romper ou a água passar por cima dele. Se essa água diminuir numa bo…
O pecado interior é como um rio. Enquanto as fontes estiverem abertas e a água estiver continuamente correndo pelo seu leito, coloque um dique à sua frente e isso fará que a água suba e se avolume até o dique se romper ou a água passar por cima dele. Se essa água diminuir numa boa medida nas suas fontes, o remanescente poderá ser contido e restringido. No entanto, enquanto houver alguma água correndo, ela constantemente empurrará o que estiver à sua frente, de acordo com seu peso e sua força, porque é sua natureza agir desse modo. E, se de algum modo, ela abrir uma passagem, seguirá em frente. Assim acontece com o pecado interior. Enquanto as fontes estiverem abertas, será inútil a pessoa colocar diante dele um dique com suas convicções, resoluções, votos e promessas. Isso pode detê-lo por algum tempo, mas ele aumentará, ficará mais alto e furioso e, em algum momento, arruinará todas essas convicções e resoluções ou abrirá uma passagem subterrânea por meio de alguma concupiscência secreta que lhe dará vazão total. Mas, agora, suponha que suas fontes estejam muito fracas pela ação da graça regeneradora, as correntes ou ações estejam mistigadas pela santidade, mas, enquanto houver vestígios delas, elas estarão pressionando constantemente para conseguir passar, para se transformarem num pecado real, e essa é sua luta.
O coração é inconstante no que faz e falso no que promete.
Quanto mais as pessoas manifestam e produzem o fruto de sua concupiscência, mais ela se enfurece e aumenta neles - ela autoalimenta, engole seu próprio veneno e cresce. Quanto mais as pessoas pecam, mais elas se inclinam para o pecado.
Nunca devemos imaginar que nosso trabalho de contender contra o pecado, mortificá-lo e subjugá-lo está perto do fim. O lugar de sua habitação é inescrutável e, quando podemos pensar que o vencemos completamente, ainda há algum remanescente que ainda não vimos, do qual não temos c…
Nunca devemos imaginar que nosso trabalho de contender contra o pecado, mortificá-lo e subjugá-lo está perto do fim. O lugar de sua habitação é inescrutável e, quando podemos pensar que o vencemos completamente, ainda há algum remanescente que ainda não vimos, do qual não temos conhecimento. Muitos conquistadores foram arruinados por seu descuido depois de uma vitória e muitos foram espiritualmente feridos depois de grande sucesso contra esse inimigo. Foi o que aconteceu com Davi. Sua grande perplexidade com relação ao pecado aconteceu depois de uma longa carreira de fé, depois de múltiplas experiências com Deus e de uma longa vigilância contra sua própria iniquidade. É, em parte, por esse motivo que a carreira de fé de muitas pessoas declina em sua idade avançada. Essas pessoas param de mortificar o pecado antes que sua obra esteja no fim. Não há como perseguir o pecado em sua habitação inescrutável a não ser que nossa perseguição não tenha fim.