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Frase de Nina Quito

"A éra do descartável" Lembro-me como se fosse hoje, qdo minha mãe pedia q eu fosse na venda da esquina comprar pão ou qualquer coisa pra casa.Lá ia eu serelepe esperando poder comprar um doce.. fazia meu pedido e éra anotado numa caderneta q minha mãe pagava no final do mês.Época onde a palavra valia mais do q uma assinatura, época q vizinhos éram amigos e amigos família e conhecidos ñ existia.Época q telefone fixo éra luxo e a conversa éra breve.Época q anciosa esperava o carteiro q chamava pelo nome e trazia aquela carta q tanto almejava.Época q se tinha felicidade. O homem ñ satisfeito foi a busca de tecnologias, ñ que seja ruim mas muitas ñ soubemos usar e a saudades do carteiro hoje espanca de saudades. Hoje é a éra do descartável. Amizades, amores, todo tipo de relacionamento humano... ñ precisa mais contato físico..ninguém conhece ninguém...bateu a saudades do dono da venda q apenas anotava mas éra tudo de verdade. Amizades ñ tem mais o mesmo cheiro de infância...se perdeu na tecnologia.Amores virtuais foi o q a tal modernidade trouxe e se desfazem... como se troca de roupa todos os dias e ñ deixa nem saudades. Hoje vale mais o q vc ostenta, mas nem sempre é verdade. É a éra do descartável.Um dia vc faz um amigo, amanhã ñ te cumprimenta mais. Com a tecnologia até a cara se muda na tal da selfie e nem numa fotografia se pode confiar mais. Assim vivemos hoje...redes sociais aproximam mas tudo pode ser de mentira como brincadeira de criança mas mentira de gente grande é coisa séria. As notícias verdadeiras q outrora corria do vizinho sem maldade, hoje grandes potências ñ transmitem nem a paz. A tal fake News tomou conta e a verdade meu caro..essa ninguém sabe mais. Não existe fala SINCERA olho a olho, ñ sentimos mais a emoção de ouvir uma voz ao telefone mesmo q breve...e ler uma carta trazida com perfume ninguém se lembra mais...o carteiro esquecido no passado hoje me espanca de saudades. Namorados sentados num bom restaurante mas a fala q importa..ah essa ficou no tempo..naquele tempo q se pegava na mão com emoção. Amigos de infância ou amigos pra toda hora ...hoje ñ se reconhecem..é a éra de se ver na tela. Ter um perfume éra coisa de gente rica..hoje é a éra do descartável.O que vale é a competição desmedida q vejo nas redes sociais. Meu amigo, até fotografia de lugar se muda hoje em dia e ñ sabemos mais...Ñ sabemos mais nada um do outro q seja verdade. Amores, amizades...tudo tão fugaz. Acredito ainda q um dia o ser humano vai perceber q de nada adianta tanta tecnologia se ñ Nos reconhecemos mais. Nina Quito.

Nina Quito

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Sentir-se só ...Sentir-se só é vc. olhar lado à lado de sua sala, tendo consigo apenas aquele medo que o cala. ...Sentir-se só é vc. querer soltar seu grito amargurado e não ter ninguém para ouvir ao seu lado.
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Sentir-se só ...Sentir-se só é vc. olhar lado à lado de sua sala, tendo consigo apenas aquele medo que o cala. ...Sentir-se só é vc. querer soltar seu grito amargurado e não ter ninguém para ouvir ao seu lado. ...Sentir-se só é vc. sentar em seu canto favorito, ouvindo barulhos estranhos e, entre eles o seu grito. ...Sentir-se só é vc. ver sombras que não existem, e perceber diante de si que eþssas sombras ainda insistem. ...Sentir-se só é pegar essa poesia e descobrir que sentir-se só pode ser apenas fantasia! Nina Quito

Quando pensei que seria o fim, Quando me peguei me despedindo da vida, Quando pensei que nunca mais faria o que sempre fiz,
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Quando pensei que seria o fim, Quando me peguei me despedindo da vida, Quando pensei que nunca mais faria o que sempre fiz, Quando a luz se apagou, mesmo sendo dia, e as estrelas lá fora eu ñ mais via, Quando o medo cresceu, se fez tortura, Quando a angústia tornaram meus dias em eternidade, Quando o olhar dos meus meninos se tornaram triste, Quando a oração se fez presente, Quando o pranto não éra mais ausente, Quando a primeira água escorria no banho, Quando percebi que tudo éra surreal, MAS tão real que me confundia, Da dor eu sorria, Do corpo sofrido eu agradecia, Agora o pranto se faz ausente. Nina Quito.