Pular para o conteúdo

Frase de Edleuza Fergom

⁠Da janela do quarto, olhava para rua Nua e crua, revelava a tristeza que vinha na rua. O ser humano perdido não era bandido, não tinha destino, caminhava sorrindo, buscando comida que encontrava nas ruas. Como criança, não entendia por que existia tanta comida na mesa e barrigas vazias caminhando nas ruas. (FERGOM, Edleuza. Indagações. In: GONDIM, Kélisson (Org.). Vozes Perdidas no tempo. Brodowski: Palavra é Arte, 2020. p. 99).

Edleuza Fergom

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Edleuza Fergom

⁠Pela ponte da estrada ela ficava olhando o menino que vagamente caminhava.
Continuar lendo

⁠Pela ponte da estrada ela ficava olhando o menino que vagamente caminhava. Lá de cima ela sonhava com o dia que tocaria a pele macia do Menino do rio. Eram crianças e imaturas Não havia nem as maldades que se criam na adulta imaginação Tudo era puro e de verdade no inócuo do coração Quando menina ela o amava De longe olhava o Menino no rio Um dia, na ponte, ela o encontrou olhando em seus olhos, tudo contou Num beijo durou como sendo infinito, Agora em seus braços, o Menino do rio Era, enfim, seu grande Amor. (FERGOM, Edleuza. O Menino do Rio. In: GONDIM, Kélisson (Org.). Vozes Perdidas no tempo. Brodowski: Palavra é Arte, 2020. p. 104).