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Frase de Clara Medeiros

Passando a mão de leve em minha estante de livros, comecei a caçar por algum livro que me tirasse do tédio. Achei um, com a capa toda branca, sem nenhum detalhe. Sentei-me na poltrona e comecei a ler. O mocinho se apaixonava pela mocinha e a mocinha se apaixonava pelo mocinho. Ambos escondiam e fingiam estar nem ai para os seus sentimentos. Mas um dia, o mocinho e a mocinha tomaram coragem e trocaram beijos, abraços e palavras doces, e então, estava feito o casal! Foram caricias, brincadeiras, e tudo de bom no que um casal recém formado poderia ter e aproveitar, mas então, vieram as brigas, as lágrimas, a despedida e a saudade. A última folha do livro estava em branco. Peguei papel e caneta e sentindo um aperto em minha alma, escrevi: “[…] E então, a mocinha e o mocinho nunca mais se encontraram nem trocaram mais um bom dia. A mocinha acorda todas as manhãs, olha para o outro lado da cama e percebe que o mocinho não está mais la. E a mocinha chora e sente falta, muita falta. Um certo dia, a mocinha caçava um livro que a tirasse do tédio. Foi então que ela achou a história dela e dele, e percebeu que o final não tinha sido escrito. Poi-se a escrever, entre lágrimas, aquilo o que ela nem ninguém esperava para o fim daquela linda história: Um adeus

Clara Medeiros

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Pensador.com

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- E como a senhorita deseja seu café? - Doce, por favor. Porque de amarga já basta a minha vida.
Essas pessoas acham que sabem o que é o amor, e saem por ai criando conceitos, achando mesmo que o amor é aquilo o que elas dizem, e sinceramente: Acho isso muito irritante. Uma vez, uma garotinha que caminhava sozinha pelo parque sentou-se ao meu lado e perguntou-me o que era o…
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Essas pessoas acham que sabem o que é o amor, e saem por ai criando conceitos, achando mesmo que o amor é aquilo o que elas dizem, e sinceramente: Acho isso muito irritante. Uma vez, uma garotinha que caminhava sozinha pelo parque sentou-se ao meu lado e perguntou-me o que era o amor. Quando retruquei a pergunta, ela disse que o amor era o pior sentimento que existia, que ele só fazia machucar. Passei a mão na cabeça daquela pobre pequena, que com aquela tão pouca idade, já tinha um conceito tão duro e ruim sobre o amor. Sorri para ela e lhe respondi com firmeza: “Amor é um sentimento lindo, querida. Nos faz sentir especiais e adoça o coração, e existem vários tipos de amor: Amor de mãe, amor de amigo, de Deus… Mas tem um tipo de amor que faz a gente se apaixonar até por um cara parado na esquina, e este, diferente dos outros, trás consigo um pequeno problema: Muitas vezes, o cara parado na esquina não sente o mesmo, e isso pode machucar muito, mas também não quer dizer que só por isso o amor em si é ruim! Nada disso! Quem faz o amor se tornar ruim são as pessoas que não sabem amar.” A menina sorriu, pediu obrigada e pulou do banco, voltando para seu caminho. E quando lhe perguntei para onde ela ia, me respondeu sorrindo: “Vou ensinar as pessoas a amar de verdade!”, e desde aquele dia, eu soube que nem todos vão pensar que o amor é o que inventam, e sim, que é o sentimento que adoça e amarga o coração. Tudo por causa da garotinha, eu espero!