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Frase de Joel Leite da Silva Andrade

O VERDADEIRO CAMINHO Ensinavam os meus pais quando ainda estava no ninho qual seria o meu caminho. Depois daqui vamos morar com o nosso criador em um lugar chamado céu. Mas, o que tenho de fazer? Simplesmente aceitá-lo como mestre e salvador, nada, nada a pagar, tudo de graça. Nada a fazer. Ele o Cristo já fez por você! Ambulantes, vendilhões começaram a gritar enganando corações. É precisar trabalhar, necessário dizimar, um templo a freqüentar, senão vai te castigar, é preciso obedecer. Não quero mais continuar; jamais poderia pagar o preço que ele pagou. Não és mais o meu senhor! Abandonou-me o criador! Minha alma esmorecida em meu melancólico repouso, uma forte voz surgiu. Tu ganhaste a liberdade! De maneira alguma irás perder! Foste enganado por homens que nem eu mesmo lembro o nome e jamais quero saber. Seguir-me é conhecer A verdade, nada mais podeis fazer; só um é que conseguiu. Sobra manipulação, apetites de corrupção, que não faz parte de mim, mas, continuará a acontecer. Quero chamar-lhe atenção. Porque olha para os homens e não olha para a cruz? Não se importe com o que dizem o que importa é o quanto o amo. Foi infiel? Não me importo! Eu sou fiel! A única coisa que quero é que descanse. Repouse em mim, crendo que subi ao Pai, Volto! O levarei comigo! FUI PREPARAR-VOS LUGAR!

Joel Leite da Silva Andrade

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Pensador.com

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POR UM FIO Não quero o amanhã... Debilitados estão os meus músculos,
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POR UM FIO Não quero o amanhã... Debilitados estão os meus músculos, A voz do discernimento geme, Pedindo o propósito para prosseguir. Quem vai cortar esse fio? O ser que controla a navalha da vida indaga: E Quanto as Alegrias...? Foram imensos balões, robustos, coloridos, Onde o tempo tirou as cores e os tornaram-se sem ar. Fumaça; dissipou-se. E as fortes Paixões...? Correram nas veias enganando o coração, O desejar e ser desejado, Obra da imaginação. Fumaça; dissipou-se. E o amor...? Voz pregando incondicionalidade. Pura obra do egoísmo. Ninguém ama por amar, Imprescindível algo em troca. Esperança... Enganar meu coração? Às vezes penso que sim, outras vezes penso que não. É o que me resta! Aguardarei a morte da esperança...