Frase de Isabel Morais Ribeiro Fonseca
SEARAS QUENTES DE TI Para me sentir livre O sol acariciava-me o rosto No caminho pelas searas Que o vento silenciava E deliciava-me de beijos Trilhos estreitos de pedras Entre as papoilas de trigo Cegonhas que pelos lameiros andam Passos nas memórias perdidas de palavras Nos longos abraços dados por nós Sorrisos de lágrimas que se reduzem no silêncio Entre o musgo já seco entre as fragas Das horas esquecidas despojadas de nós.
No pensador.ai desde