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Frase de Salomão B. Miguel Domingos

⁠" Se os progenitores não tivessem demonstrado uma visão clara e estratégica na construção do futuro, torna-se evidente que o destino dos descendentes poderá encontrar-se em risco. A falta de um planeamento sólido por parte dos pais pode comprometer o desenvolvimento e a prosperidade das gerações subsequentes. Contudo, tal cenário não é irreversível. Há que considerar que os próprios descendentes possuem a capacidade de alterar a sua trajetória, revertendo uma visão presente menos auspiciosa. Para tal, devem adotar uma postura crítica e consciente, direcionada para a criação de um caminho mais promissor. A responsabilidade pela transformação das condições herdadas reside, em última instância, na capacidade de reflexão e ação do indivíduo. Assim, ao assumirem o controlo do seu destino, os filhos poderão construir um futuro mais risonho, garantindo que os erros do passado não se perpetuem, mas antes sirvam como lições para um percurso de sucesso." Lisboa, 26 de setembro de 2024

Salomão B. Miguel Domingos

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Salomão B. Miguel Domingos

⁠O insipiente presume que tudo quanto observa, ouve e pensa é digno de ser manifestado, acreditando que suas impressões não carecem de qualquer filtro ou ponderação. Em contraste, o sábio compreende a importância da moderação e da prudência, reconhecendo que nem todo pensamento m…
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⁠O insipiente presume que tudo quanto observa, ouve e pensa é digno de ser manifestado, acreditando que suas impressões não carecem de qualquer filtro ou ponderação. Em contraste, o sábio compreende a importância da moderação e da prudência, reconhecendo que nem todo pensamento merece expressão e que, por vezes, o silêncio é mais eloquente que a palavra. Assim, ele escolhe criteriosamente o que dizer, atento ao impacto de suas palavras e ao valor da sua própria idoneidade. Esta postura permite-lhe manter o respeito e a confiança alheia, pois não se deixa levar pela impulsividade, mas sim pela razão e pela temperança. Lisboa, 11 de Novembro de 2024

⁠ " As nossas decisões e, sobretudo, as nossas escolhas têm o poder de determinar um futuro próspero ou desastroso. Por essa razão, é fundamental saber escolher, evitando, assim, a tendência de ver o diabo em todas as coisas e de culpar os inocentes pelos infortúnios. O homem e…
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⁠ " As nossas decisões e, sobretudo, as nossas escolhas têm o poder de determinar um futuro próspero ou desastroso. Por essa razão, é fundamental saber escolher, evitando, assim, a tendência de ver o diabo em todas as coisas e de culpar os inocentes pelos infortúnios. O homem e a mulher possuem a capacidade de moldar o seu próprio futuro. Não permita que as emoções predominem sobre a razão; seja ponderado, adote uma postura racional e esteja atento aos sinais que a vida lhe apresenta." Lisboa, 15 de Novembro de 2024

⁠ " Somos imperfeitos e pecadores, tanto para com o nosso próximo como para com Deus; contudo, o mais grave erro que podemos cometer na sociedade é o de buscarmos justificação perante aqueles que julgam sem ouvir a outra parte, perante os insensatos e, sobretudo, perante os narc…
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⁠ " Somos imperfeitos e pecadores, tanto para com o nosso próximo como para com Deus; contudo, o mais grave erro que podemos cometer na sociedade é o de buscarmos justificação perante aqueles que julgam sem ouvir a outra parte, perante os insensatos e, sobretudo, perante os narcisistas. Sê prudente e contempla o Altíssimo, pois, a seu tempo, Ele te justificará." Lisboa, 2 de Novembro de 2024

Reflexão Jusfilosófica e Política Não se afigura racional que uma nação se declare um Estado Constitucional, comprometendo-se com os princípios do Estado Democrático, Republicano, Multipartidarismo, separação de poderes e, acima de tudo, com a tutela dos direitos humanos fundame…
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Reflexão Jusfilosófica e Política Não se afigura racional que uma nação se declare um Estado Constitucional, comprometendo-se com os princípios do Estado Democrático, Republicano, Multipartidarismo, separação de poderes e, acima de tudo, com a tutela dos direitos humanos fundamentais, tais como o direito ao voto. Promovem-se eventos eleitorais — a “festa da democracia”, quer em eleições gerais, quer legislativas — e, ainda assim, não se respeita rigorosamente a vontade popular na eleição do Presidente da República (...), anulando, desta forma, a soberania popular. Se a intenção é permanecer no poder ao arrepio da vontade do povo, não seria mais coerente declarar-se um Estado de orientação Comunista, onde o monopartidarismo prevalece? Lisboa, 27 de Outubro de 2024