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Frase de João Rogério Batista

⁠Ética: A Escolha Que Nos Torna Inabaláveis Em tempos de máscaras bem postas e verdades torcidas, falar de ética é quase um ato de resistência. Ser ético é manter-se inteiro em um mundo que convida à divisão. É segurar firme a própria consciência quando tudo ao redor empurra para o atalho. É dizer "não" ao que corrompe, mesmo que isso custe elogios, dinheiro, relações ou aparências. A ética não grita — ela permanece. E quando tudo desmorona, ela é o que nos sustenta de pé. Porque quem tem ética carrega dentro de si algo que não pode ser comprado nem tomado: dignidade. O oportunismo, por outro lado, se veste de ocasião. Ele apaga histórias, distorce memórias e transforma convivências reais em estratégias frias. É o tipo de escolha que prefere vencer do que ser justo, que prefere conquistar do que respeitar, que não se importa com o preço que o outro pagará — desde que o ganho seja próprio. Mas há algo que o oportunismo nunca poderá roubar: a consciência tranquila de quem andou com retidão. Porque quando tudo passar — e tudo passa —, o que permanecerá não será o que você acumulou, mas quem você foi. E ser alguém que não negocia princípios… isso é liberdade. A ética pode não trazer resultados imediatos, mas constrói algo que o tempo não derruba: respeito. E o respeito verdadeiro — de si para consigo mesmo — é o bem mais valioso que um ser humano pode possuir. Que, diante das quedas e traições, você nunca perca a sua essência. Que a dor da injustiça não apague a luz da sua verdade. E que sua dignidade seja sempre a sua última palavra.

João Rogério Batista

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠As páginas que nos reservam o futuro estão em branco portanto, nada é impossível.
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⁠O Saleiro Espertinho Ana era uma garota espevitada, cheia de energia e com um talento especial para pregar peças no namorado João — ou melhor, no Príncipe, como gostava de chamá-lo quando queria ser carinhosa (ou um pouco travessa). Numa manhã ensolarada, Ana se aproveitou para trocar tudo de lugar no armário dos temperos. O açafrão foi para o lugar do orégano, o cominho para o do sal, a pimenta para o do açúcar — uma verdadeira confusão aromática. Depois de terminar, saiu rindo baixinho, ansiosa para ver a reação do Príncipe. Mas, curiosa, voltou ao armário no dia seguinte para conferir se ele tinha colocado tudo de volta no lugar. Para sua surpresa, o armário estava como ele sempre deixou! O Príncipe percebeu a bagunça, mas parecia não ter gostado do “novo arranjo”. Ana não se deu por vencida. No dia seguinte, voltou ao armário e decidiu fazer uma mudança mais sutil: mexeu apenas no saleiro. Só ele. Colocou o saleiro no lugar do açúcar, deixando o resto do armário intacto. Quando o Príncipe entrou na cozinha para preparar o almoço, abriu o armário, pegou o saleiro e... parou. Olhou para o saleiro, olhou para o açúcar, coçou a cabeça e sorriu. — Ana, você mexeu no saleiro de novo, né? — perguntou ele, já sabendo a resposta. Ana, sentada na mesa com um sorriso de quem acabou de ganhar uma partida, respondeu: — Só para você não esquecer que a cozinha é minha área de diversão! O Príncipe riu e disse: — Tá bom, você venceu essa. Mas cuidado, porque amanhã eu vou revidar! E assim, entre saleiros trocados e risadas, Ana e seu Príncipe transformaram a cozinha numa verdadeira arena de brincadeiras, onde o amor e a diversão eram os temperos principais