Frase de Dan Rattes
Ela não precisava de promessas. Precisava de presença. De alguém que soubesse ler seus silêncios, decifrar seus olhares e entender que por trás da força… existia uma alma faminta por verdade. Porque ela era fogo disfarçado de calmaria. Era o tipo de mulher que não se entrega por pouco, mas quando se entrega… devora. Não queria metades, queria intensidade. Alguém que não se assustasse com a profundidade do que ela sentia. Que encarasse sua tempestade com desejo, não com medo. Porque ela não nasceu para ser quase. Ou é tudo… ou é nada. E quem tiver coragem de mergulhar, vai descobrir: amar essa mulher é como dançar à beira do abismo... perigoso, intenso e impossível de esquecer.
No pensador.ai desde