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Frase de Pedro Bial

Outra proposta controversa do novo código é criminalizar os jogos de azar, que hoje são contravenção... Tal proposta leva à inevitável pergunta: que jogos? Só aqueles que não são monopólio estatal? Só o jogo do bicho? A mega-sena, não? Nossos legisladores vão ter que trabalhar duro, rápido, e sob pressão... Uma historinha para contribuir para a discussão sobre a intervenção do estado na vida pessoal dos cidadãos: quando os republicanos criaram a nossa bandeira, usaram apenas parte do lema da filosofia positivista, "O amor por princípio, a ordem por base, o progresso por fim". Ficamos apenas com "ordem e progresso", pois foi considerado que o amor não pode ser uma política de estado, que o amor é algo de caráter estritamente pessoal, de ordem doméstica, em que o estado não deve se meter... Pátria amada, salve salve!

Pedro Bial

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Pedro Bial

Se ver no outro, é voltar-se para si mesmo.
Talvez você case, talvez não. Talvez tenha filhos, talvez não. Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante. Faça o que fizer não se auto congratule demais, nem seja severo demais com você, as suas escolhas têm sempre metade das chances de dar…
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Talvez você case, talvez não. Talvez tenha filhos, talvez não. Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante. Faça o que fizer não se auto congratule demais, nem seja severo demais com você, as suas escolhas têm sempre metade das chances de dar certo, é assim para todo mundo.

Quem nos dá as maiores alegrias? Quem nos faz amargar dores sem remédio? Quem dá um espirro e nós que ficamos gripados?
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Quem nos dá as maiores alegrias? Quem nos faz amargar dores sem remédio? Quem dá um espirro e nós que ficamos gripados? Quem, com um soluço, nos faz desmontar em lágrimas? Com um sorriso, faz o dia mais cinzento brilhar como só num impossível caribe? Quem mora na nossa cabeça, como um ocupante bem-vindo e eterno? Quem nos mostra, com todas as letras, que não somos nada, não servimos para nada, além de servir? Quem, com uma nota baixa, consegue despertar nossa fúria? Com um biquinho, acaba com nossa marra? Quem nos criva de preocupações? Nos rouba noites de sono, por uma palavra não dita, pelo telefone que não toca? Quem nos faz acordar antes do sol, para que não se perca a hora de dizer, sem falta: presente!? Quem nos reapresenta à vida e nos faz ver o mundo como se fosse pela primeira vez, de novo? Quem nos revela nossa velhice e decadência? Por quem seríamos capazes de morrer? E ainda assim, quem nos faz imortais?