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Frase de Tiago Amaral

Êxtase Natural Louco como nunca fui. A não ser porquê não precisei mais de explicação. Louco pela natureza, louco pela natureza, simplesmente louco pela natureza. Ressoava tal som dos sentimentos que provinha das minhas entranhas. Loucas entranhas, loucas pela natureza. Tanta contentação pela natureza. Que expressava dentro da densidade da minha alma. Que pulsava pela liberdade. O êxtase trazido pelo elo eterno e cósmico com a natureza ligada a mim. Toda confusão morria nas densidades místicas das florestas. Morria nas densidades místicas da minha própria alma. Porque minha alma se fortalecia no interior místico das matas. Ninguém preenchia o meu vazio. Mas a natureza preenchia toda minha alma. Tudo a natureza me trazia. Êxtase, ar; alegria. E tudo mais que minha alma livre podia querer. Por simplesmente do fundo da alma... ama-la.

Tiago Amaral

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Tiago Amaral

Escrevendo no meio do nada em uma cabana enquanto paro para observar a lua cheia e contemplar ela.
Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado…
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Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado a vagar parado, enquanto esperava com tamanha agonia a sua vez. E meio ao um corredor cujo em minha mente as paredes se rachavam enquanto tudo escurecia. E as luzes aparentava-se serem lâmpadas velhas, amareladas. E aqueles corpos vivos as esperas, pareciam diante dos meus olhos como almas a sofrer no purgatório dos vivos. E sentia-me eu como um anjo em um corredor de hospital abandonado. Cujo o teto gotejava por cima das teias que teciam as aranhas que ali moravam. Eu tinha então a sensação de pisar em pedras cuja tais pareciam serem úmidas e frias. Que eu sentia através dos meus pés toda a frieza daquele lugar, tão triste quanto sombrio. Era um corredor terrivelmente tenebroso diante de mim. E os meus olhos testemunhara toda aquela melancolia e tristeza. Eu sentia por dentro que minha alma não mostrava o que o meu corpo mostrava. Que era uma total completa sensação de tristeza e pena profunda. E todos que passavam pelo corredor caminhavam a sim com um semblante triste, preocupados, chorando em meio a uma agoniante, agonia profunda. Tanto que me doía a alma, então eu também chorava, de corpo como de alma. E tudo isso eu notei antes mesmo de entrar naquele hospital, no qual como anjo, me fazia tão mal.