Frase de eu
Esse sentimento que me consome Sem nome Não se interrompe Não dorme. Essa angústia infinita de morte Que grita à alma E chora Não vai embora Rasteja no limiar da vida E não se precipita Deixa estar, deixa estar, ? Desista. A umidez dos lençóis, o choro amargo E um silêncio profundo. O que se passa entre a ideia e as lágrimas? Que sofrimentos tem que eu não escuto? O cansaço de uma alma perturbada, Ou melhor, de uma sombra na vida errada, O erro, o tropeço, a queda, o choro E a confusão da criança perdida. A umidez dos lençóis, o choro amargo No cantinho dos olhos escondido Não escondes a amargura que a resguarda Tudo mostra o teu olhar perdido. Dormem as casas, as estradas, os homens todos, E não dorme a sombra dolorosa Da dor, da lívida e assombrosa dor.
No pensador.ai desde