Frase de Samuel Eduardo Fortes
A fotografia, onde o tempo em pedra reside A memória, qual névoa sutil que persiste No cérebro reside, jardim onde a vida Cultiva lembranças, em sombra e em luz se veste O jardineiro interno, com arte e cuidado Poda o que não nutre, o que é vão e passado Deixando florescer o essencial Livre o espaço da alma de um fardo pesado Assim, a mente dança, leve e serena No ritmo do tempo, que cura e acena Guardando em seu âmago a beleza plena E o esquecimento, em paz, a erva daninha acena
No pensador.ai desde