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Frase de Alvaro Kawaza

Déjà vu Sua vida é constante repetição, você troca só o corpo por outro, os sonhos são os mesmos e os anseios iguais, você já viu isso mil outras vezes, mas o desejo de tua carne podre e o egoísmo de sua mente sórdida, não lhe permite parar. Você vive a verdade de suas mentiras, quantas lágrimas você viu chorar? Talvez seja esse seu alimento e por um excesso de sentimento, até minhas lagrimas C' fez secar. E a cada vez que você vai embora, minha mente me trai, me traz toda história daquela memória, que insisti em te recordar. Depois que o conheci bebi água no deserto, a sua fonte secou, foi molhar em outro lado, e eu aqui sou sol, areia e farrapo! O levei além mar, achando que assim a felicidade nos fosse achar, ela achou você, mais um dèjá vu você está a viver. O levei além mar pra tu navegar além de minhas veias, pra que meu sangue fosse só mais um nas estatísticas de apodrecimento sugatório, pois é isso que um parasita faz, somente suga! O levei além mar para mais um Déjà vu você viver. Navegue em outro rio, pobre rio Jordan. A'Kawaza

Alvaro Kawaza

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Pensador.com

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Sou como água, me adapto aos mais difíceis locais, pra sua sede matar. Beba-me! A'Kawaza
Tu pra mim. Era Julho, deveria estar frio e frio nunca ficou, me aqueci ao te ver e ao saber que iria te encontrar e sim te encontrei e tudo doei. Doei e doei a ti tudo o que um pobre e solitário mortal poderia doar, achei que tudo estava morto e que nada em mim poderia estar v…
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Tu pra mim. Era Julho, deveria estar frio e frio nunca ficou, me aqueci ao te ver e ao saber que iria te encontrar e sim te encontrei e tudo doei. Doei e doei a ti tudo o que um pobre e solitário mortal poderia doar, achei que tudo estava morto e que nada em mim poderia estar vivo além de minhas crenças, além do meu sagrado. Sim, tudo estava em uma espécie de transe e ao sentir a saliva de tua existência, tudo acordou e vi que o céu voltara a ser azul e que o mar voltava a me sorrir, sim era inverno e mesmo assim consegui ver o azul dos céus. E você veio, me olhou com a cara de um menino, com seus olhinhos infantis e sua pouca idade. Você nada tem de menino, seus olhos já viram mais do que os olhos de muitos anciãos, seu corpo já viveu mais do que o corpo de muitos experientes, sua boca já conheceu mil outras bocas. É eu estava errado, não era você quem eu queria e mesmo assim sua fala, sua voz e seu toque contido em uma timidez inexistente, me fez querer mais e assim fui me viciando no teu eu, deixando que o meu eu fosse teu e somente teu, sem nem ao mesmo ser meu, meu próprio eu. E agora vejo que teu eu é meu e esta contido em mim. E como faremos agora que estamos contidos um no outro? Sendo meu eu teu, seu eu meu, ambos contidos em si! Ai eu olho mais uma vez aqueles mesmos olhos infantis com vivência anciã e digo: nada tenho que fazer, amor só é bom se doer. Olhos escuros como a noite, que me fazem penetrar em suas trevas, burlando a minha luz, bagunçando a minha claridade, mexendo com o eu que um dia foi meu. Será que um dia eu tive um eu? O eu só existiu depois de tu? Hoje que somos um, bebamos um do outro, até que nosso líquido acabe e se acabar, vamos nós produzir mais e mais, porque a eternidade está no fim, onde tudo começa. A morte diária, é todo dia um começo e em resumo te digo: Apaixono-me por ti todos os dias, começando e terminando, nascendo e morrendo, morrendo sendo tu meu, sendo eu teu e sendo Eu's nosso! A'Kawaza