Frase de Esdras Goulart Bueno
Bolha de sabão Aquela grande e delicada bolha de sabão Sempre foi o brinquedo do vento Para lá, e para cá ... De dentro me parecia estável Morada da fundação do eu. E foi então que como uma criança De olhos brilhantes e curiosos Tais estes, certa vez, denunciaram em um reflexo, a silhueta frágil do domo. Perco a fé na minha não resistência Realidade de repente me pesa Caí ... Gritos ... Gravidade carinhosa, mostrou: - Este é o verdadeiro chão! A queda .... ah que infernal presente foi para mim! Sentado, ergo a cabeça para cima Há muitas bolhas flutuando no ar Fecho os meus olhos, aflito: - Vai cair! - Não! Pensei, Talvez, só cai quem estranhe o nada, a transparência de não significar.
No pensador.ai desde