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Frase de Anna Flávia Schmitt

Lembro da época em que ler jornais e revistas de fofocas de artistas expostos pelo jornaleiro era motivo de encontro social. Ir apreciar a beleza feminina, para uns, era combustível fundamental. A infância e a adolescência de muita gente passou pela banca de jornal, que vendia revistinhas, brinquedos, álbuns de figurinhas, doces, selos e até clássicos da literatura mundial. Ir ao jornaleiro era parte da nossa rotina sócio-cultural. Revistas de carros, revistas de receitas, revistas de viagens, revistas de beleza, revistas de religião e até revistas de arte, também se encontravam nas bancas de jornal; e conversar com o jornaleiro fazia parte da ida à banca como ritual. Hoje, em tempos em que alguns desqualificam a nossa cultura para pavimentar a reescrita por forças alheias, mal se encontra nas esquinas das cidades uma simples banca de jornal. Depois de tudo, afastados desse detalhe, tudo indica que fomos lançados ao desastre intelectual como projeto de braços do oculto, fadados a um futuro anormal. Sem me retratar, não consigo pensar num acaso de maneira natural.

Anna Flávia Schmitt

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Nas formações da Ilha do Arvoredo a beleza sem retoques, sem nenhum receio, revela-se coralínea em ti catarina serena, no teu íntimo sossega e no teu ser se revela. ... Como sereia colocar você em transe alucinante, Hipnotizar e me seguir pelos Corais da Ilha da Galé e fazer você voltar a ter no amor a mais vigorosa fé.