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Frase de Weslley Marcelo Massako Negre

⁠ Fraquezas. Primeiramente gostaria de alertar que as palavras abaixo, podem soar duras, mas, é somente uma opinião de quem já possui mais passado do que futuro. Todos nós em algum momento da nossa vida passamos por provações e privações. Quem nunca teve problemas? Estes podem se apresentar de diversas formas e tipos. Problemas de saúde, financeiro, amoroso, relação de trabalho, questões familiares e tantos outros que poderiam aqui ser elencados. Mas, apesar de serem, os problemas, uma constante na vida, entendo também que são as dificuldades que forjam o ser humano e o transformam. E falando em dificuldades, observe que a maioria dos problemas que você enfrenta, são problemas que você mesmo criou. Ora, se você os cria, logo, você tem que buscar a solução para os mesmos, e as soluções devem ser adequadas às situações, para que estes se resolvam da melhor forma possível. Entenda que há dois tipos de pessoas, as que choram e as que vendem lenços. As que choram, sempre irão reclamar de suas dores, de seus problemas, sempre colocarão dificuldades em tudo e em todas as situações. Não raras vezes, anseiam o sucesso alheio, mas não acordam para a sua realidade, quer que as coisas apareçam de uma forma mágica em suas vidas, como se não precisasse de nenhum esforço para consegui-las. Pessoas assim se escondem nas suas fraquezas, e usam estas como âncoras para permanecerem inertes. Aprenda; ninguém gosta de pessoas fracas, de pessoas medíocres, de pessoas medrosas que tem medo da vida, de pessoas que só olham para você e enxergam um lenço para enxugar suas lágrimas. Ninguém gosta de pessoas que se escondem atrás de problemas, ou usam destes como justificativa para suas falhas: Olha, eu tenho um problema, você tem que ter dó de mim. Repito, o mundo não gosta de fracassados, ninguém gosta. Aliás, eu me engano, há sim profissionais que gostam deste tipo de pessoa. A melhor maneira de sobrepujar a si mesmo, é entender que você é o único responsável pelo seu sucesso ou pelo seu fracasso. Nesta vida temos que buscar ter altivez, buscar ter capacidade, buscar a vida e o que ela melhor oferece. Estas pessoas que buscam vencer as dificuldades poderiam ser classificadas como as que vendem lenços, pois, a cada problema, surge uma oportunidade, a cada percalço surgido criar-se-á uma facilidade. Todos querem estar orbitando alguém que represente o sucesso, o bem suceder, a bonança. Basta ligar a televisão que veremos isso a todo o momento. Pessoas se constroem e se destroem, você como dono de sua vida, tem o poder de decidir o que você quer para ela. Observe o quanto pessoas bem sucedidas, bem resolvidas, dinâmicas, são pessoas que fazem a atração por si ocorrer. Muitas pessoas que bem sucederam nesta vida, são pessoas que não aceitaram os problemas, as derrotas, os fracassos, as desilusões. Aliás, fizeram destes uma mola propulsora. Não importaram com os percalços da vida e foram além. Sacrifício sempre será exigido, daí a importância da superação. Atletas de competição, sabem bem o que é isto. Superar suas fraquezas, sua inércia, não é algo fácil. Sair da zona de conforto, da zona de reclamação e trazer para si responsabilidades e com elas suas cargas, é tarefa árdua, mas, necessária para aquele que quer transformar sua vida. Para cada conquista, sempre haverá uma renúncia. A exemplo, se quero uma formação melhor, um emprego melhor, passar em um disputado concurso, tenho que sacrificar o meu lazer, pois terei que me esforçar para atingir este objetivo. Palavras como: não posso, não consigo, devem ser substituídas por eu posso e eu consigo. Todo esforço jamais será em vão. A marca do fracassado está em não tentar; tentar pouco, ou desistir sem sequer ter começado. Projetos largados ou substituídos em razão da incompetência ou do medo, permeiam o fracasso. Superar é obrigação. É possível que algo saia do controle, é possível que nossos empreendimentos e projetos não se realizem da forma que sonhamos, mas...e daí? Grandes inventos foram com bases em tentativas e erros. O ser humano precisa se superar, está em nós esta superação. Imaginem a coragem que tiveram os primeiros navegadores. Desbravar oceanos desconhecidos, até então cheio de mistérios e “monstros”. Outros tantos exemplos de superação e coragem se fazem presentes e a pergunta fica: O que devo fazer para que minha vida seja produtiva, o que devo fazer para superar minhas dificuldades, o que devo fazer para sair da inércia e da zona de conforto que me mata aos poucos, o que devo fazer para não me sentir um fracassado? A resposta está em nós. Massako.

Weslley Marcelo Massako Negre

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Weslley Marcelo Massako Negre

Amanhã será comemorado o dia das Mães. Confesso, fico procurando palavras para tentar descrever a grandeza que representa a força de seu significado. Como não sou capaz de tal proeza, falarei dos filhos. Será que somos bons filhos?
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Amanhã será comemorado o dia das Mães. Confesso, fico procurando palavras para tentar descrever a grandeza que representa a força de seu significado. Como não sou capaz de tal proeza, falarei dos filhos. Será que somos bons filhos? Será que somos gratos em plenitude àquela que nos criou? Será que respeitamos a mulher que cuidou, amparou, educou, que sacrificou sua vida pessoal, que chorou, e por vezes se humilhou em prol de sua cria? Será que somos bons filhos? Quantos filhos trazem na pessoa da mãe uma "empregada" para satisfazer seus descuidos e desejos? Quantos filhos perdidos em suas ações errôneas não percebem o mau e o sofrimento que causam às suas mães? Quantos filhos, maldizem sua própria mãe, esquecendo que se ali estão é por também, sua graça. Filhos, alguns, não são gratos, e poucos em plenitude. Filhos buscam o cotidiano para justificar suas ausências. Filhos buscam justificar suas faltas e suas falhas, dando pequenos mimos, visando tão somente, diminuir a culpa de suas ações. Fico imaginando, se não houvesse um dia que comercial é, quando homenagearíamos a mãe? Seria somente em seu aniversário? Ou com prantos em seu leito de morte? A mãe tudo sabe, tudo acompanha, a tudo sente e, as vezes nervosa, triste e decepcionada, chega até mesmo a excomungar sua prole, mas, são palavras saídas da boca e não do coração. Essa mesma mãe é capaz de sacrificar sua vida em defesa de sua cria, as vezes ingrata e imerecedora. Será que somos gratos o suficiente por esse sacrifício? De acordo com a bíblia, Deus em sua infinita sabedoria, fez seu filho nascer do ventre de Maria. Isso, por si só mostra a sacralidade da mãe e o respeito que a ela devemos. Reflitamos, será que somos bons filhos? Eu, particularmente tenho minhas dúvidas. As mães presentes e ausentes, só posso dizer muito obrigado e pedir desculpas por não termos ou estarmos sendo dignos de vossas bênçãos, mesmo as recebendo. Reflitamos. Feliz dia das Mães.

Vontade, vaidade, ambição, loucura. Quem nunca teve uma crise de Deus? Quem nunca quis que as coisas fossem diferentes de como elas são? Quem nunca acreditou ter a convicção e a razão das coisas? Será que é errado pensar ou agir assim? Pois bem, em breve observação e para que p…
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Vontade, vaidade, ambição, loucura. Quem nunca teve uma crise de Deus? Quem nunca quis que as coisas fossem diferentes de como elas são? Quem nunca acreditou ter a convicção e a razão das coisas? Será que é errado pensar ou agir assim? Pois bem, em breve observação e para que possamos entender este pequeno ponto de vista que será demonstrado, peço que façamos uma analogia simples. Veja uma criança recém-nascida, ela é pura e frágil, totalmente dependente dos cuidados dos adultos que a cercam. E esses adultos, serão responsáveis por ensinar essa criança, sobre a vida, as dificuldades e facilidades que ela irá encontrar em sua jornada. Ora, se pegarmos um recipiente vazio e limpo e, colocarmos coisas sujas dentro dele, o que acontecerá? Da mesma forma, se colocarmos coisas limpas e puras, o que acontecerá com esse recipiente? Assim somos nós, ou seja, somos produtos das mais variadas experiências, acumuladas no cotidiano, seja através da observação, da experiência prática ou até mesmo das influências recebidas por outras pessoas. Em muitos casos, somos meros replicadores de ideias e conceitos, que já nos foram passados em tempo de outrora. Hoje, falta ao ser humano, uma maior capacidade de analisar os fatos sem ser movido pelas paixões. E é muito difícil, principalmente no campo comportamental, dissociar emoção e a razão, ou equilibrá-las. Quando lá no título me reportei a “vontade”, falo da vontade de produzir, falo da vontade construtiva, da vontade em realizar algo em prol do bem-estar ou do bem comum. Mas, temos que tomar cuidado para que essa vontade, que é benéfica, não se transforme em ações e/ou sentimentos maléficos. Tentarei ilustrar com um pequeno exemplo: Imaginemos que alguém ao assistir o noticiário, seja surpreendido com uma reportagem que traz pessoas passando por extrema necessidade, e aquela reportagem sensibiliza a ele. Em razão disso, ele começa a ter a vontade de poder fazer algo para aquelas pessoas, para amenizar o sofrimento delas. Ele inicia em seus pensamentos, um plano de ação e, neste plano idealiza várias frentes de trabalho, seja uma campanha de arrecadação, um evento beneficente, uma doação, enfim. Até aqui, sua vontade em ajudar o próximo será com certeza salutar, benéfica e digna de louros e reconhecimento. Imaginemos o sucesso dessa ação. Tendo as ações alcançado o seu objetivo e, com a demonstração do resultado positivo às outras pessoas, virão dessas os efusivos agradecimentos e elogios. E esses despontamentos positivos com certeza lhe farão bem e lhe trarão um conforto, mas, se esses elogios lhe “subirem a cabeça”, opa, problemas virão. É possível que em decorrência desses problemas o doador comece a se achar como uma pessoa acima das demais, devido a sua ação de beneficência e, comece a acreditar que é o salvador da pátria, um ser iluminado que mesmo diante das dificuldades existentes, salvou pessoas em um momento de dificuldade, começa a ser escravo de suas ações e, a cegueira de seu comportamento o fará se fartar de vaidade. Essa vaidade fará com que esse ser não enxergue as ações de outras pessoas, ou se caso ocorram, sempre a sua ação será a mais necessária, a mais útil, e por que não a melhor. Torna-se um ser, caritativo por fora e para os outros, mas, escravo de si mesmo, torna-se dependente do brilho e dos aplausos e inicia uma busca frenética por reconhecimento. Essa vaidade desmedida, se mistura com a ambição. Ambição, que apesar de dar frutos, podem serem estes oriundos de uma árvore ruim. Este ser começa a buscar formas para alimentar sua vaidade, entrega-se de corpo e alma, pois tal qual um vício, já não consegue viver mais sem os elogios, muitas vezes imerecidos, mas buscados a qualquer custo. E as ações? Mesmo que pequenas, serão por ele exaltadas, como se essas fossem capazes de mudar o mundo em que vivemos. E quando se chega a esse ponto, podemos dizer que esse ser atingiu um certo grau de loucura. Loucura essa que tem como remédio, os afagos, sorrisos e elogios de outras pessoas, fica esse ser dependente total do reconhecimento alheio. Acredito que já tenhamos conhecido alguém que fora acometido por esse “empoderamento” e não vive sem ele, em alguns casos é o famoso ser que “não larga o osso”, “não desocupa”, “não sai da cadeira”, ou seja, o tempo passou, e ele ficou preso nas alfaias das grandes virtudes pretéritas. Um ser dominado pela vaidade, ambição e loucura, penso que facilmente possa ter crises de Deus, se achando superior as outras pessoas, acreditando que somente suas ações são as corretas e verdadeiras e, que o caminho a ser trilhado, deve ser traçado por ele, afinal ele é o norte iluminado. Devemos ter cuidado sempre, e se possível, policiarmos nossas atitudes, revendo como as nossas ações estão ecoando em nosso ser interior. Temos que ter a lucidez de avaliar cada sentimento e saber qual devemos deixar florescer, e qual devemos tratar como erva daninha. Concluo dizendo que somos seres alimentados pelas nossas próprias expectativas e ambições, elas de certa forma nos conduzem pelos diversos caminhos da vida. Lembrando que todos os dias colocamos algo em nosso recipiente e, prevalecerá o que de maior quantidade tiver. O ensinamento do Nazareno ao dizer que não se deve tocar trombetas diante de ti, nos é um ensinamento prático, ou seja, não é necessário que as ações sejam declamadas e cantadas em verso e prosa por si mesmo. Se busca reconhecimento, apenas trabalhe, e o faça em silêncio, não soe as trombetas, o reconhecimento virá de forma espontânea, natural ou até mesmo divina. Se não vier, não há problema, pois afinal, você estará trabalhando em prol de algo maior do que você mesmo e, sua recompensa certamente virá.