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Frase de Fernando de Albuquerque

O PROCESSO DO CRESCER... Outro dia alguém me perguntou: "... é fácil distinguir uma pessoa e seu caráter?" Disse: "Não deixe de ser decente, honesto e bondoso porque alguém lhe desapontou, porque alguém lhe decepcionou e lhe feriu. Cresça e evolua com as suas experiências, não regrida, não se torne um ser humano bruto, frio e cruel. Toda a dor passada e todo o sofrimento vivido só valerão a pena se deles advierem sabedoria, paciência e força, se, enfim, você conseguir se tornar uma pessoa melhor, mais esperta, mais justa e, principalmente, mais calma." Ele me indagou:“Calma? Mas calma para que?” Respondi: "Calma para não colocar a carroça na frente dos bois, calma para não ceder aos estímulos do coração sem antes pensar bem, calma para enfrentar a si mesmo e as suas dificuldades com mais serenidade. Calma para superar a dor e transformando-la em sabedoria, calma para pensar (sempre) antes de agir e, ao menos, tentar cometer menos erros, ou, se possível, não os mesmos de outrora. Aprenda com suas experiências tristes a usar a maturidade a seu favor, não faça com quem suas lágrimas tenham sido em vão. Aprenda a confiar, mas não a perder a razão por bem querer a alguém, aprenda a dar, sem nunca se esquecer de si mesmo. Cresça, evolua e, com as benesses que a dor lhe trouxe, comece a ver com mais nitidez quem merece o seu prezar, quem merece a sua admiração e quem não merece sequer o seu sorriso, seja como um bom ourives: aprenda a olhar e distinguir jóias de bijuterias."

Fernando de Albuquerque

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Fernando de Albuquerque

Mais do que ensinar e ser partícipe na construção de uma sociedade que para a grande maioria é uma utopia. Acredito no ser humano, acredito numa educação de qualidade, acredito que a gentileza gera uma sociedade saudável que começa em nossos lares.
Os homens não deixam de fabricar um guarda-sol que os abriga, por baixo do qual traçam um firmamento e escrevem suas convenções, suas opiniões, mas o poeta, o artista abre uma fenda no guarda-sol, rasga até o firmamento, para fazer passar um pouco do caos livre e tempestuoso e en…
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Os homens não deixam de fabricar um guarda-sol que os abriga, por baixo do qual traçam um firmamento e escrevem suas convenções, suas opiniões, mas o poeta, o artista abre uma fenda no guarda-sol, rasga até o firmamento, para fazer passar um pouco do caos livre e tempestuoso e enquadrar, numa luz brusca, uma visão que aparece através da fenda. Então, segue a massa dos imitadores, que remendam o guarda-sol, com uma peça que parece vagamente com à visão. Será preciso sempre outros artistas para fazer outras fendas, operar as necessárias destruições, talvez cada vez maiores, e restitui assim, a seus predecessores, a incomunicável novidade que não mais se podia ver.

Nossas limitações são patentes. Não somos o que queremos, não fazemos tudo que sonhamos, não temos o dom de estar onde desejamos. Dentro destes limites é que nos movemos. Conhecer os limites pessoais e os dos outros - pois somos seres que não se repetem - é uma tarefa que dura to…
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Nossas limitações são patentes. Não somos o que queremos, não fazemos tudo que sonhamos, não temos o dom de estar onde desejamos. Dentro destes limites é que nos movemos. Conhecer os limites pessoais e os dos outros - pois somos seres que não se repetem - é uma tarefa que dura toda a vida. O limite também não é algo estático, as pessoas mudam. Logo, o sistema de comunicação entre as pessoas é algo dinâmico e tem suas "leis" próprias, que cabe a cada um descobrir em cada momento. Em vez de gastar tempo reclamando que não existe comunicação, poderemos empregá-lo, verificando como estabelecer esta relação. Por outro lado, quando as pessoas se aproximam, uma tem em relação a outra uma expectativa. Na prática existe também um pré-conceito, mas por ora, vale a pena refletir sobre a expectativa.