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Frase de WITTEMBERGUE MAGNO RIBEIRO

SINOPSE De equívoco em equívoco, Distanciei-me do Teu habitat. Ignorei tudo que já havias planejado, E sem pestanejar me senti absoluto. Aventurei-me por traçar sozinho outro plano; Idealizei, projetei, executei, fracassei. De fracasso em fracasso, Abismos atraíam outros tantos. Se as manhãs eram dedicadas aos sonhos, As noites embalavam pesadelos. Excedi-me em excesso, Enfureci-te descomedidamente. A fúria do Teu amor, Causou-me espasmos em toda musculatura. Meus ossos como que esmagados, Deixaram expostas as fraturas das minhas transgressões. Mesmo depois do Teu socorro, Ainda sinto dores, enxergo cicatrizes. Em vestígios de estrago Enternecido aceitastes minha contrição. Abrandastes o rigor do castigo, Premiado fui com o Teu perdão. Por toda expressão de Tua grandeza, Me rendo, me prostro, Te exalto, Te adoro. Por Magno Ribeiro em 17/4/2009 às 00h:50m

WITTEMBERGUE MAGNO RIBEIRO

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A Espera (II) Já não há mais forças; Já nem mesmo sei o que ainda há.
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A Espera (II) Já não há mais forças; Já nem mesmo sei o que ainda há. Minhas limitações ultrapassam os meus limites; Meus sentidos pouco Te sentem, Tudo anda comprometido. Não que eu tenha desistido de Ti, Contudo, não sei esperar. Preciso esperar! Tuas palavras confortam, mas já não resolvem; Teus gestos andam tão imperceptíveis, Ou a minha sensibilidade que tem andado insensível; Nada a flor da pele. Nada além do que vejo. Não que eu tenha desistido de Ti, Apenas não aprendi Te esperar. Vou ter de esperar! Nessa partida de um jogo inacabado; De tempo em tempo, prorrogação; A vitória é só esperança. Já a esperança, anda tão desesperada; Busco alívio e em vez disso, angústia. Mas não vou desistir de Ti, Tenho de aprender esperar. Eu vou Te esperar!

TEMOR ou MEDO? Tenho temor! Tenho medo!
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TEMOR ou MEDO? Tenho temor! Tenho medo! Meu medo às vezes é maior se penso em Ti. Vivo com medo do que deveria ser apenas temor. Se em algumas ocasiões Te ouço dizer pra não ter medo, Em outras é como se eu Te ouvisse dizendo para ter. Ando com medo de meu silêncio, Medo do Teu silêncio, Medo dos meus pensamentos, Medo desse meu comportado pavor. Enfim, tenho medo dos meus medos! Tenho medo até de confundir-me nas escolhas; Medo que o passado se faça presente, Que o presente não seja futuro, Medo que desconfiem que esteja com medo. Temer ou ter medo? Ambos! Sei que temer a Ti é odiar o mal; A soberba e a arrogância, O mau caminho e a boca perversa. Preciso e quero odiar tudo isto! Tenho medo de não conseguir.

FÉ Às vezes presente, Tantas vezes ausente.
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FÉ Às vezes presente, Tantas vezes ausente. Presente ou ausente, Eu tenho fé. Seja do tamanho de um grão, Seja microscópica, Sutil ou intensa, Ela é a minha fé. Se com ela me convenço, sem ela me venço. Se com ela eu falo, sem ela me calo. Se há nela esperança, sem ela nada sou. Nos territórios transitórios da vida, Espero algum dia poder ouvir: A tua fé te salvou!

DESABAFO De tudo que eu sei, Pouco ainda sei de Ti.
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DESABAFO De tudo que eu sei, Pouco ainda sei de Ti. Também pouco tenho a meu favor, Se confuso e efêmero é tudo quanto já sei que sou. Ah se eu soubesse ao menos um pouco do muito que sabes de mim! Ampliaria nossos horizontes; Reduziria nossas diferenças; Me direcionava para bem mais próximo de Ti.