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Frase de Rômulo Lima

Arte e virtude fizeram moradia, Naquela das espumas formada, Do vigor de Urano nascia, Romã de néctar dulcificada. Egito, Macedônia e Síria... Souberam da obra e beleza, Sedução encantando a natureza: Afrodite de virtude e alegria. Grécia, o amor com Troia repartia; Ares, com Hefesto, o mesmo fazia... Rugiram por teu amor incondicional. Logo Páris e Helena a empatia... Encontraram uma bendição natural, Tal os traços da artista tocar o mortal.

Rômulo Lima

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Pensador.com

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Reluz douro da estrela matinal tua beleza; Ao Criador exaltando toda maestria; Pois inspirado em ti criou a natureza;
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Reluz douro da estrela matinal tua beleza; Ao Criador exaltando toda maestria; Pois inspirado em ti criou a natureza; Pelo brilho desta face que exime simetria; És da terra o bem, a dama, a realeza; Poesia lírica, escultura viva e estandarte; Noivaste porquanto com a própria arte; De tal modo que tornaste sua alteza. Apareceria por intermédio do teu ser; Da perfeição, da mulher e Musa; Que dentre todas as olímpicas faz nascer... Cabal inspiração de minhas músicas. É aos céus, Eulália, que imploro... Teu favor, teu esplendor que tanto adoro.

O cintilar da estrela matinal em tua face habita; Qual frescor primaveril tua pele nas manhãs; Exala na respiração a fragrância das maçãs;
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O cintilar da estrela matinal em tua face habita; Qual frescor primaveril tua pele nas manhãs; Exala na respiração a fragrância das maçãs; E o imo do poeta, por ti estremece e palpita. Vem dos céus, musa, formosa e mui altiva; É a gotícula do leite, que a via láctea formou; A que faz brotar a lótus, esculpida por artista; É aquela bela dona que Da Vinci enamorou. Desmedida é Eulália em ternura; E não há em toda terra ser com mais candura; Inspirados por ti foram os do renascimento... Ao fitar a pele tua, a essência da brancura; E imaginar teu corpo nu a luz da lua; Donde busca a poesia todo seu alento.

Tange a lira o querubim mavioso, E vibrantemente o Altíssimo entoou. Canto a plenitude do Poderoso,
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Tange a lira o querubim mavioso, E vibrantemente o Altíssimo entoou. Canto a plenitude do Poderoso, A graciosidade primaveril, E a beleza de Eulália. Quão belo nascem os lírios campestres, E os colibris enamorados os cortejam. Surgiu ó musa impetuosa a relampejar, Fulgurante cintila os firmamentos Teu semblante brilhante. Tal sopro Divino adentrou Em majestosa escultura. Lei foi de Javé, Oleiro-Criador Que terno e preciso adornou Supra obra de esplendor inigualável. Imponente bradou: "Ouvi ó céus! Todo clarão diurno e tudo que cintila! Toda Via Láctea! Pois a vida, em seus termos, se esculpirá. Todas minhas letras far-se-ão carne. Aquela que diante de mim assiste Tornar-se-á mulher vivente. Qual reina a primavera entre às estações, Reinará entre as damas a rosa por mim concebida!" Quão formosas as sedas Que compõe tuas madeixas douradas. Pétalas alvas é tua tez Juntamente com fragrância de balsamo, Exalam sutilmente ao ar. Bruma na orla as fluctissonantes ondas Ansiando por banhar-te os pés singelos. Sopra o vento sul, Para refrescar vossa pele. Vem, pois caiu à noite, ó lua cheia! Ilumina aquela que cede à Terra colorido. Pisamos as uvas das melhores vinhas E celebremos com o vinho novo, Pois enamorada está a essência do poeta, Não por ouro, prata ou pérola... Mas sim pelo anjo em mulher, Eulália.

Límpido céu a oscular o mar azul, E as ondas ouriçadas bramam na areia, Tal o meu ser ao beijá-la anseia,
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Límpido céu a oscular o mar azul, E as ondas ouriçadas bramam na areia, Tal o meu ser ao beijá-la anseia, Como a água a tocar teu corpo nu. Nunca almejei algo assim como tu, Toda tua boca, como morango ou cereja, Donde minha boca instigada viceja, Como viceja as aves o céu azul. As nuvens moldam teu rosto aquarela, As flores exalam constante teu olor, A primavera criou Eulália singela. E em meu ser despertou o amor, Deus em toda sua plena Auréola, Pôs-te em minha vida felicidade em flor