Frase de Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
A minha humanidade de poeta sob a Lua, não se entrega jamais ao Deus da Guerra, com a minha pluma infinita invoco a paz e o amor na Terra. Os livros de romance devem ser abertos e as baladas de amor devem ser cantadas para que o melhor para nós permaneça. Confiante no giro da orbe celeste, Vou no ritmo do peito o nome do amor derradeiro.
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
No pensador.ai desde