Frase de Paulo Shangio
Eu ja peguei aquele velho navio Não foi o navio do Baleiro Foi navio sem destino Navegarei a deriva Talvez eu descubra poesia no mar Que sejam devaneios Não me importo Amar também é sofrer O doce sofrimento Mesmo que eu não encontre continente Farei do mar Meu abrigo Meu refugio Minha companhia ao entardecer Contemplarei a beleza do sol sobre o meu mar Tocarei um bolero O bolero de Ravel O que me interessa são as lembraranças dos teus poemas As margens do rio Paraiba Já não tenho medo da solidão Tornei-me amante do mar Amigo dos bichos desse mar Poeta do sol eu sou O mar não tem roupa O vento não mora aqui Ele sopra e vai A chuva é agua que desagua no rio Rio que corre pra o mar Chuva é também tormento Que atormenta em noites escuras Noites sem lua Sem estrelas Sempre nua Serenata do amor de nós dois
No pensador.ai desde