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Frase de Alessandra Menegaz

A gente percebe que passou grande parte da vida sendo o que queriam que fossemos, deixando pra trás o que realmente somos por medo de magoar alguém. Quantos relacionamentos existem por aqui – e a colega do seu lado? – só por comodidade, medo ou o pior, por pena da pobre criatura, que será deixada largada e desiludida – pela décima e não última – mais uma vez? Posso até perder as contas. Mas desde quando essas pessoas pararam de sorrir? Onde elas deixaram aquele brilho que elas tinham no olhar? Você gostaria de ser uma delas? Eu não.

Alessandra Menegaz

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Alessandra Menegaz

Agora ela vai afogar as mágoas em bebidas cada vez mais fortes e depois sair pelas noites procurando ele em todos os caras com barbas mal feitas, ela vai.
Dê valor a quem está do seu lado hoje, diga o que sente, o quanto é importante, diga o quanto sente sua falta. Faça uma serenata na janela, escreva uma carta, mande flores e bombons. Não tenha medo do ridículo. Você não percebe que ela poderia estar em qualquer outro lugar e mes…
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Dê valor a quem está do seu lado hoje, diga o que sente, o quanto é importante, diga o quanto sente sua falta. Faça uma serenata na janela, escreva uma carta, mande flores e bombons. Não tenha medo do ridículo. Você não percebe que ela poderia estar em qualquer outro lugar e mesmo assim decidiu ficar? Não perca a oportunidade. Se gostar, demonstre. Se sentir saudade, vá visitar. Se tiver vontade, abrace. Se quiser dançar, dance. Porque a gente nunca sabe quando é a primeira vez ou a última chance.

Não tenho intenção nenhuma de viver novamente aquilo que vivemos, longe disso. Melhor mantermos aquelas lembranças boas. Depois de todo esse tempo as coisas já não são mais as mesmas. A gente mudou, cresceu, provavelmente estragaríamos tudo. Melhor não. Queria mesmo que entendes…
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Não tenho intenção nenhuma de viver novamente aquilo que vivemos, longe disso. Melhor mantermos aquelas lembranças boas. Depois de todo esse tempo as coisas já não são mais as mesmas. A gente mudou, cresceu, provavelmente estragaríamos tudo. Melhor não. Queria mesmo que entendesse que não fui o estopim do nosso fim, e que aquele papo de que eu não me importava era só da boca pra fora.

Ela nunca procurou a metade da laranja, a tampa da panela, o chinelo velho do pé torto, o queijo da goiabada, ela só queria ser uma laranja partida, panela sem tampa, chinelo sem pé e sem contar que não gostava de queijo e goiabada. Esse lance de procurar o amor da vida, não era…
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Ela nunca procurou a metade da laranja, a tampa da panela, o chinelo velho do pé torto, o queijo da goiabada, ela só queria ser uma laranja partida, panela sem tampa, chinelo sem pé e sem contar que não gostava de queijo e goiabada. Esse lance de procurar o amor da vida, não era com ela. Que brega! Provavelmente ela tropeçaria nele na rua, bateria no carro dele, furaria a fila dele no final da festa ou até derrubaria aquela bebida fedida na camisa dele, tudo sem querer. Ela nunca foi de procurar. Ela acabava de uma forma ou de outra encontrando, sem querer, literalmente. Afinal, ela nunca procurou por ele. Ela era uma graça, vivia tão leve, tão desprendida de crenças que causava inveja, quem tem aquele descuido todo com o mundo, com as pessoas, com os sentimentos? Ela, ela tinha tanta coisa ao mesmo tempo, que não tinha nada. Nada de mais. Ouviu certa vez, de um grande sábio que ela não lembra o nome, que a liberdade dela assustava. Mas e daí? Que gente medrosa! No fundo ela acredita no amor.