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Frase de Samuel Eduardo Fortes

⁠Acredito que faça parte e nossa parte é a divisão sem prestação. ⁠A virtude e o prazer justificam a vida, até no isolamento, ainda que possa haver sofrimento no grego Epicuro (341-269 a.C.), que aperfeiçoou o átomo de Demócrito e precursor de Charles Darwin ao dar vida à matéria, se : "nada vem do nada, todo corpo é formado por corpúsculos indivisíveis, o átomo". Dito no seu Jardim, não naquele das Aflições de certo guru. Comer é um hábito, que todos merecem, para saciar a fome e sentir prazer na boca e mente, no gosto diferente nas papilas até passar pelo céu da boca, e ser engolido, após mastigar o número dos dentes até o siso, que tem juízo, mas não razão em sua divisão.

Samuel Eduardo Fortes

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Pensador.com

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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a er…
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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qua…
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Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer O norte, o que todos querem O sul, o que todos desejam O leste, de onde tudo vem O oeste, aonde tudo finda Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.