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Frase de Tiago Amaral

Na Frente do Espelho E na frente do espelho vejo a imagem de um homem... Não rude e nem com aparência de uma neblina mórbida. O corvo abatido de palidez sobre o galho seco. O gato preto que passa pelo espelho. Que homem é esse? Que de ante de mim vejo? Planejando a minha própria existência. Planejando minha vida da que para frente. Planejando meu presente, planejando meu futuro, planejando a mim para mim mesmo. E o frio sobre a cidade recai com gloria sem hora de ir embora. Sobre cabeças e mentes pela selva de pedra e concreta. Então o que é o amor se não a verdade? A mais pura verdade. E do brilho dos olhos dela é feita as estrelas do meu universo. E o mundo é um lugar de pesadelo onde se nasce e morrer. E por isso cada bebê chora ao nascer nesse mundo de pesadelo contra vontade. Bem vindo a sociedade moderna Bebezinho! Ao mundo frio e concreto dos homens. E no alto de uma montanha ou de baixo de uma arvore lendo um livro ou desenhando o rosto dela, sim o rosto de Carolina, eu me vejo. Me vejo como mais um homem, uma espécie em extinção de si mesma. Autodestrutiva e destruidora. Então nessa loucura eu desejo, nessa loucura eu amo, nessa loucura eu amo a vida e minha amada Carolina. E o que importa mesmo? Se não os loucos, se não os verdadeiros, todo mundo é igual a todo mundo e é isso que me assusta nesse mundo.

Tiago Amaral

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Tiago Amaral

Escrevendo no meio do nada em uma cabana enquanto paro para observar a lua cheia e contemplar ela.
Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado…
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Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado a vagar parado, enquanto esperava com tamanha agonia a sua vez. E meio ao um corredor cujo em minha mente as paredes se rachavam enquanto tudo escurecia. E as luzes aparentava-se serem lâmpadas velhas, amareladas. E aqueles corpos vivos as esperas, pareciam diante dos meus olhos como almas a sofrer no purgatório dos vivos. E sentia-me eu como um anjo em um corredor de hospital abandonado. Cujo o teto gotejava por cima das teias que teciam as aranhas que ali moravam. Eu tinha então a sensação de pisar em pedras cuja tais pareciam serem úmidas e frias. Que eu sentia através dos meus pés toda a frieza daquele lugar, tão triste quanto sombrio. Era um corredor terrivelmente tenebroso diante de mim. E os meus olhos testemunhara toda aquela melancolia e tristeza. Eu sentia por dentro que minha alma não mostrava o que o meu corpo mostrava. Que era uma total completa sensação de tristeza e pena profunda. E todos que passavam pelo corredor caminhavam a sim com um semblante triste, preocupados, chorando em meio a uma agoniante, agonia profunda. Tanto que me doía a alma, então eu também chorava, de corpo como de alma. E tudo isso eu notei antes mesmo de entrar naquele hospital, no qual como anjo, me fazia tão mal.