Na banheira de espuma
O ambiente ela perfuma
Na leveza ressuma
O brinde para tomar uma
Felicidade que avoluma
Não há desafio que desarruma
Um lápis e ela esfuma
Daqui não se leva coisa nenhuma
Da felicidade ela se apruma
14 de setembro
E se passaram doze anos…
Seria o destino se encarregando?
Ou a vida ensinando?
Simplesmente provando…
Deveria eu acreditar que exista outro alguém,
Que vai me amar?
Que vai querer estar?
Que vai querer ficar?
Que vai querer ser meu par?
Não existe culpado para a morte.
Existe àquele que fica e tem sorte…
Ou por que é forte
Ou por que deve ir em busca do norte?
Só ouvia que era para não desistir…
Para resistir…
Para não deprimir…
Para me permitir…
Ah e eu vivi…
Sorri e não morri…
Tenho meus traumas.
Mantenho a calma.
Tenho a fé que invade a alma!
Se acredito que existe o amor?
Acredito com fulgor…
Sem temor…
Com humor…
Que seja avassalador…
E não devastador!
Já provei do amor além da vida!
Hoje rezo para que ele prossiga…
No paraíso da partida…
Pois aqui estou decidida!
Amadurecida!
Construída e…
Resolvida…
A criar um novo Setembro!
Poema para Vivi
Vinte dois dias se passou…
Tanta coisa mudou…
A saudade aumentou…
O peito apertou…
O sorriso estampou…
Ah! Tu que tanto me ensinou…
Aqui estou,
Porque a distância aflorou…
A vontade de te escrever…
O que me leva a crer…
Que temos muito o que viver…
Amadurecer…
Agradecer!!!
Brasília já não é mais a mesma!
A cidade que te receba…
Os novos amigos, te enalteça…
Que você cresça…
E receba tudo o que almeja!
Novos capítulos escritos…
Nem todos encaixam nos requisitos…
Sem saber que internamente há gritos…
Como meteoritos…
Mas um dia alguém entenderá este gabarito…
Somos nós…
A sós…
Com vários nós…
Pensando no após…
Escutando nossa voz…
Lembrando sempre,
Que o hoje é o maior presente…
E o tempo passa inexoravelmente!
Sei bem que tu és resiliente…
Uma sobrevivente!
Te admiro incondicionalmente!
12 de Setembro de 2021.
20 de outubro, Dia do Poeta!
Escrever, expressar, recitar…
Escrever sobre a dor…
Expressar o amor…
Recitar com ardor…
Alterando ou alternando a ação… tudo se torna poema!
Aonde está você?
E quando eu ouço uma música e cada nota musical lembra nós dois
Aonde está você?
Eu me perco em cada detalhe da lembrança de quando estávamos juntos e me pergunto
Aonde está você?
Eu me calo e me deixo desaparecer mas meu pensamento é apenas um
Aonde está você?
Eu sonho com o momento do nosso reencontro e questiono
Aonde está você?
Eu já não sei o que mais quero, apenas me diga
Aonde está você?