Frase de Helio Oliveira
Pequeno burguês. Ainda menina, meiga e bela e cheia de afeto. Um sonho de donzela, era o sonho dela. Talvez uma eterna ilusão, mas imaturo coração. Casar-se na igreja, com quem se deseja. Desejo de desejar a ponto de amar. Pois coração cativo, tem de se cuidar. Aos apelos da sociedade queria agradar. Sendo o preterido da classe que sou eu. Então fora escolhido o principe plebeu. Abençoados assim foram, entre todos, menos alguns... Celebraram a cerimônia com fogos que fazem Pumm. Mas os anos se passaram e tinham que passar. E o mais belo e garnde sorriso. Na face dupla de eva. Com o tempo iria se apagar. Não existe ninguém perfeito. E qual a coruja que não grava o seu toco. O plebeu tinha la seus defeitos. E levaria a menina ao sufoco. Sufoco ao ponto de não aceitar. Caminhos de pedra para acompanhar. Tentar desviar ele prouto caminho. É brigar de faca de gume, separar. O sonho se desfez, que pena... Pena de não ter pena de quem o fez... Pois se o amor não for levado a sério... Acaba o sonho do pequeno burgues... E assim era uma vez...
No pensador.ai desde