Frase de Natã Canevazzi
Sobre um corpo de pranto Repousa aminha alma liquefeita Perdoe-me, já que incertezas E hastes de pêndulos enfeitam-me As rachaduras, Nos galhos secos, sobre o beiço Da sombra de uma arvore de memorias Observo o mundo a minha volta, Como uma lagarta desconjuntada Que na brevidade ensaia seu Salto para a liberdade, minhas asas Ainda em casulo, na ardente chama de Fuga me guardo.
No pensador.ai desde