Frase de Ariane de Moura
Ida Talvez eu fique por aí Só talvez eu me negue a ir , Sinto o gosto do sangue morno na boca O ferrugem do travar dos dentes. Aquela porta escura que não deve ser aberta Aquele fio de angústia Que sai do peito esvaindo pelas costelas A sensação do assoviar da morte . Alguém puxa o fio Eu sinto na minha carne Palavras ,infinitas palavras despedida Pobre alma ,vagante atormentada.
No pensador.ai desde