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Frase de Monique Frebell

Deduções Deduzir nem sempre é interpretar a verdade dos fatos. É um pré-julgamento de certezas alheias. É criar um mundo de ilusões baseado na própria maneira de enxergar a vida. Deduzir, é curiosidade aguçada, é tentar desvendar o sagrado de cada um. É definir o abstrato, autenticar o irreconhecível, camuflar o fidedigno. Já não bastam as deduções que temos de enfrentar durante nossa caminhada! Deduções de caráter, de estilo, pensamentos, comportamentos, sentimentos. Saem por aí subtraindo nossa personalidade, nossa estética, descontam por conta própria palavras e atitudes de um vasto conjunto de ideias. Sub-traem, exatamente, traem por baixo. É sujo. Julgam o que vêem no exterior do corpo, da pele. Visam carcaças feito matadouro. Quem olha do lado de fora não identifica as verdadeiras razões e intenções. Mensuram inexatidões, descartam probidades, anulam qualidades. Só aceito e concordo com os descontos comerciais, em notas fiscais, mesmo assim discriminados os percentuais. Agora, reduzir-me feito número decrescente? Não preciso de aproximações feito dízima periódica, sei o que quero dizer quando escrevo exatamente.

Monique Frebell

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Monique Frebell

Uma pausa para amar e ser feliz ELE: Pra que tanta pressa?
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Uma pausa para amar e ser feliz ELE: Pra que tanta pressa? Aonde você quer chegar? Relaxa. Senta aqui, vamos conversar. Como foi seu dia hoje? Dormiu bem a noite que passou? Que tal não dormir a próxima? Está livre logo mais? Amanhã é feriado, não precisa se importar com o horário. Tá afim? Então diz que sim. Aceite o convite que a vida lhe faz. Prometo que ela pode oferecer muito mais. Jantar a luz de velas, reviver velhos tempos juvenis... E um pouco mais tarde, uma pausa para amar e ser feliz. ELA: Uma pausa, era disso mesmo que eu estava precisando. Uma pausa nesse filme rotineiro. Tô me arrumando. Acho que vou aceitar a proposta nada indecente. Essa noite eu quero mais é aproveitar o clima quente. E assim que eu acordar, quero café na cama, antes mesmo de tirar o pijama. À tarde, quero sessão de cinema e pipoca à vontade. Esquecer tudo por alguns instantes, me imaginar num lugar bem distante. Distante de toda essa correria do dia-a-dia. Distante de mandamentos e doutrinas. Amanhã eu quero estar assim. Mais perto de você, mais distante de mim.

Um dia sem você Quando amanhece você me vem a mente
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Um dia sem você Quando amanhece você me vem a mente passo o dia todo escrevendo sobre a gente. E quando não te vejo eu fico aqui tão triste pensando o tempo todo no que você me disse. E ao cair da tarde me dá uma vontade de tê-lo ao meu lado e de te acarinhar. E vai anoitecendo a dor vai aumentando e eu vou ansiando um beijo enfim te dar. E quando a noite chega enfim fico tranqüila pois sei que n’outro dia eu vou poder te ver. O tempo não ajuda saudade me sufoca procuro alguma coisa pra mente entreter. Enfim na madrugada eu fico acordada sem ter o que fazer pensando em você. Enfim chegou o dia e a minha alegria será contagiada ao lado de você.

Minha inconstância Hoje eu me sinto como uma árvore. Surpreendida por uma leve brisa que balança as minhas folhas
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Minha inconstância Hoje eu me sinto como uma árvore. Surpreendida por uma leve brisa que balança as minhas folhas e derruba as águas da chuva que teimam vir sobre minha vida. Hoje eu me sinto com um pássaro. Pois encontrei no ninho do teu abraço o calor que só em ti eu acho. E essa paz de espírito que tanto foi procurada nas nuvens do céu e na poeira da estrada. Hoje eu me sinto como uma onda. Chegou o dia da minha ressaca! Ultrapasso todas as barreiras que tentam me parar e depois da maré baixa continuo obrigada a fazer rir a quem me faz chorar. Hoje eu me sinto como a madrugada. Sozinha, calada, porém sossegada. Proporcionando a todos minha doce vigilância enquanto muitos são acordados por pesadelos de criança. Hoje eu me sinto como uma montanha. Difícil de ser entendida e conquistada porém fácil de ser vista e admirada. Tentando elevar-me o mais alto que posso a fim de não ser destruída e nem machucada. Hoje eu me sinto como uma menina. Arrumando a bagunça que fizeram em minha vida. Desfrutando de prazeres que jamais aproveitei. Castigando alguns brinquedos que não são os que eu brinquei. Hoje eu me sinto como uma mulher. Madura, experiente e preparada. Dando conselhos de situações que fui marcada. Amando em silêncio uma paixão atribulada. Sentindo-me adulta, mas não realizada.

Eu fui marcada Marcas, nódoas feitas por contusões, batidas, tropeços. Você com certeza deve ter alguma em seu corpo adquirida por um tombo quando criança ou uma queda por exemplo. Acertei? Eu sabia. Todos nós carregamos marcas. Muitas delas essenciais para o aprendizado de cois…
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Eu fui marcada Marcas, nódoas feitas por contusões, batidas, tropeços. Você com certeza deve ter alguma em seu corpo adquirida por um tombo quando criança ou uma queda por exemplo. Acertei? Eu sabia. Todos nós carregamos marcas. Muitas delas essenciais para o aprendizado de coisas novas, como: andar de bike, de skate, subir em árvores, brincar de queimado, pique-esconde, bandeirinha, aprender a ser livre, sociável, a ser você mesmo. Esses são só os primeiros tombos causados pelos primeiros passos da sobrevivência. Nem deixam tantos traumas assim. Mas há outras marcas necessárias para ensinamentos maiores e mais importantes. Lembro-me exatamente do dia em que fui marcada, sem intenção, pela ponta de um cigarro aceso, bem no pescoço. Foi um acidente, eu devia ter uns 6 anos e ainda me lembro da cena. Minha mãe conversava com minhas tias numa festa de família, fumava cigarro porque achava isso um charme, estavam super animadas. O papo devia estar muito bom. Eu vinha correndo por detrás dela tentando me esconder dos meus primos, quando ela espalhafatosamente traz a mão para trás, e desatenta, me fere. Levo essa marca comigo até hoje, visível. Pelo menos, desse dia em diante ela nunca mais pôs um cigarro na boca. Serviu como lição. Fui marcada por uma boa causa. Valeu a pena. Comecei a escrever sobre isso porque um dia desses, uma cicatriz bem pequenininha no meu dedo mindinho, quase imperceptível, dessas que a gente nem lembra onde foi que se cortou, começou a me incomodar. Eu fiquei olhando pra ela tentando me lembrar aonde eu havia me machucado, mas não vinha nada a mente e foi então que comecei a escrever sobre as feridas cicatrizadas com o tempo. Sobre as marcas emocionais, manchas ocasionadas por ressentimentos. Muitas delas feitas por pessoas também feridas pela vida. É o famoso ciclo da vingança. Todos nós já passamos por isso, já ferimos alguém e já saímos machucados de certas histórias. Tudo isso pra se sentir superior ou amenizar alguma dor. Fiz uma retrospectiva e recordei de algumas situações que fui marcada e de outras várias que com certeza devo ter marcado alguém. Passei a limpo minha vida de erros e acertos, de pedras de tropeço, e descobri que a cura não tem nada a ver com o sumiço das cicatrizes. As marcas continuam, a dor é que vai embora. Cada marca tem a sua história, o sofrimento é que é deletado da memória.