Frase de Solange Bittencourt
O sol se despede devagar, tingindo o céu de ouro velho e sonho. As nuvens, douradas, flutuam no horizonte, e as sombras se esticam, preguiçosas. O vento sussurra histórias antigas, o dia se inclina, entregando-se à noite. Tudo se banha em luz morna, como um abraço que aquece a alma. E ali, parado, contemplo o milagre, uma obra que não pede aplausos. Só o silêncio basta, porque o ouro velho fala por si.
No pensador.ai desde