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Frase de Breno Massena

Talvez eu ame com a única, insensata e perigosa intenção de descobrir o por quê do amor trazer-me tudo, mesmo que ainda receba uns pingados de nada em troca. Talvez eu ame por a vida ser chata demais, tediosa demais, parada demais e entendida de menos. Essa coisa que me aparece a cada "Não vai acontecer outra vez" ou "Eu duvido que seja assim". Sim, coisa. Pejorativamente necessária. Ainda não faço ideia do que seja isso que me arranca sorrisos e me impõe às lágrimas numa fração de sonhos, verdades ou terceiras intenções. Uma coisa que me transforma em vilão de uma história narrada por duvidosas escolhas, ao mesmo tempo em que torno-me herói da que escrevo por linhas dúbias. Talvez eu ame por ser Poeta, mas seria óbvio demais. Talvez eu nem ame, só escreva. Ou talvez só escreva por que ame. O amor jamais deixará de ser talvez, mesmo que nos proclamemos "felizes para sempre". Sentimentos são seres masoquistas que habitam ínfimos - ou não - pedaços de talvez dentro de um coração inexplorado. Já o amor, mesmo estando nesse grupo de interrogativas viscerais, continua sendo o melhor "talvez" das minhas escolhas. Para sempre, mesmo que só talvez.

Breno Massena

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Enquanto os homens estão preocupados em demasia, procurando um novo flerte. As mulheres seguem vivendo, toda e qualquer poesia, lembrando de ti ao ler-te.
Eu preciso de alguém que ame meus erros, reforce meus acertos e me faça companhia junto às palavras. Eu preciso de alguém que se faça de metade, mesmo já sendo completa. Eu preciso de alguém diferente de mim, mas que seja alguém simétrico as minhas necessidades. Eu preciso de alg…
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Eu preciso de alguém que ame meus erros, reforce meus acertos e me faça companhia junto às palavras. Eu preciso de alguém que se faça de metade, mesmo já sendo completa. Eu preciso de alguém diferente de mim, mas que seja alguém simétrico as minhas necessidades. Eu preciso de alguém, já deu pra notar. Meu coração que o diga. Meus olhos que vagueiam. Minha mente que desfaz. Achei que a ausência da metade poderia ser substítuida por milhares de micro momentos rasos de prazer. Me enganei, como de costume. Mal sabia que a vida era feita de encaixes. Quando me dei conta todas as peças estavam jogadas sobre a minha rotina, embaralhadas. Seria impossível juntar todos aqueles momentos ínfimos de afeto, quando a ordem das peças já não fazem a mínima diferença pra você. Teimoso, tentei peça por peça, modificando a sequência. Faltou algo, faltou alguém, faltou certeza. Talvez o encaixe. Meus erros não foram amados, meus acertos foram indiferentes e as palavras se distanciavam à medida que as tentativas aumentavam. Consegui diversas metades, que não passavam de metades. Outras eram iguais a mim, incrivelmentes viscerais. Eu continuo precisando de alguém, já deu pra notar. Meu coração se cala. Meus olhos que destraem. Minha mente que anestesia.

Se as escolhas definem e a sorte conserta, tens grandes chances de estar certa. E que os erros ensinem. E que sejas esperta. Pois talvez escolha a pior oferta. Se as chances oferecem e a verdade ilumina, é hora de deixar de ser menina.
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Se as escolhas definem e a sorte conserta, tens grandes chances de estar certa. E que os erros ensinem. E que sejas esperta. Pois talvez escolha a pior oferta. Se as chances oferecem e a verdade ilumina, é hora de deixar de ser menina. E que mulher te confessem. E que sejas divina. Aproveite o que a vida lhe ensina.